- Ederson Martins assumiu a subsecretaria de Segurança Pública do Maranhão, enquanto o caso das crianças de Bacabal segue em apuração.
- As buscas por Ágatha Isabelly, 6 anos, e Allan Michael, 4 anos, continuam com três equipes revezando o trabalho entre capital e Bacabal.
- A polícia civil mantém foco nas investigações, com informações checadas antes de serem divulgadas, e evita atualizações frequentes ao público por questão de sigilo.
- A mãe das crianças, Clarice Cardoso, afirma que uma nova revelação foi informada por Anderson Kauã, primo das crianças, e que a alegação está sendo checada pela polícia.
- Clarice levou a delegacia reclamações sobre a falta de respostas e o que ela entende como atraso nas diligências, enquanto o caso permanece sem solução após mais de três meses.
O caso das crianças desaparecidas de Bacabal, no Maranhão, ganhou novas peças no tabuleiro. Mais de três meses após o sumiço de Ágatha Isabelly, de seis anos, e Allan Michael, de quatro, mudanças ocorram no comando policial e no andamento das buscas. Ederson Martins, antes líder da operação, assumiu a subsecretaria de Segurança Pública do estado. A transformação acontece após a troca no comando da SSP, com Augusta Andrade assumindo o cargo.
Martins, que atuava como delegado-adjunto operacional da Polícia Civil, informou que as investigações seguem com três equipes em revezamento: duas na capital e uma em Bacabal. Ele destacou que a atuação permanece focalizada nas apurações, com verificação de cada informação recebida. O novo responsável pela pasta afirmou ainda que informações ao público são liberadas apenas quando há detalhes pontuais.
O delegado também confirmou que uma revelação feita pela mãe das crianças está sendo checada. A mãe, Clarice Cardoso, relatou informações vindas de Anderson Kauã, primo de Ágatha e Allan, sobre acontecimentos envolvendo um homem depois do sumiço. O conteúdo está sendo analisado paralelamente a outras informações já em andamento.
Revelação da mãe é apurada
Segundo Martins, a investigação da Polícia Civil segue firme, mesmo com a reacomodação de equipes. Ele explicou que informações sigilosas podem não ser divulgadas de imediato, mas serão compartilhadas se houver elementos relevantes para o andamento do caso. O objetivo é manter as buscas ativas e chegar a informações verificáveis.
Clarice Cardoso esteve na delegacia de Bacabal para cobrar respostas. Ela afirmou que não recebeu retorno sobre o andamento das apurações e que sente que o caso estaria sendo deixado de lado. A delegacia não confirmou detalhes adicionais sobre o andamento investigativo.
As crianças desaparecidas sumiram no dia 4 de janeiro. Anderson Kauã, oito anos, foi encontrado vivo três dias após o desaparecimento. As investigações permanecem em curso para esclarecer as circunstâncias do caso e localizar as crianças.
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