- Raphael Sousa Oliveira, 31 anos, é fundador e proprietário da página Choquei, com milhões de seguidores, e foi preso em Goiânia durante a operação Narco Fluxo.
- A Polícia Federal investiga organização criminosa acusada de lavagem de dinheiro e transações ilegais que somam R$ 1,6 bilhão.
- A ação mobilizou mais de duzentos policiais, com quarenta e cinco mandados de busca e apreensão e trinta e nove prisões temporárias em nove estados e no Distrito Federal.
- Segundo a Receita Federal, Raphael é sócio-administrador de duas empresas ligadas à página, ambas sediadas em Goiânia.
- A defesa afirmou que ele presta depoimento na sede da Polícia Federal em Goiânia; o papel dele no esquema não foi detalhado pelas autoridades.
Raphael Sousa Oliveira, 31, é o fundador e proprietário da página Choquei, com milhões de seguidores. A PF o prendeu nesta quarta-feira, em Goiânia, durante a operação Narco Fluxo, que mira uma organização acusada de lavagem de dinheiro e transações ilegais que somam mais de 1,6 bilhão de reais.
A operação envolve ações contra um grupo que usava estruturas para ocultar recursos. As investigações apontam movimentações de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e uso de criptoativos para dificultar o rastreamento.
Dados sobre a atuação de Raphael
Segundo a Receita Federal, Raphael é sócio-administrador de duas empresas ligadas à página, ambas sediadas em Goiânia. A primeira foi criada em 2019 e a segunda, em 2021.
A defesa informou que o empresário presta depoimento na sede da PF em Goiânia. O advogado Frederico Moreira afirmou que há manifestação prevista para hoje sobre o caso.
A operação e desdobramentos
A operação mobilizou mais de 200 policiais federais, com 45 mandados de busca e apreensão e 39 mandados de prisão temporária em 9 estados e no Distrito Federal. Entre os alvos, há suspeitas ligadas ao esquema de lavagem e movimentação ilícita de recursos.
Cantores também foram presos na ação, incluindo MC Ryan SP e MC Poze do Rodo, conforme apuração preliminar da PF.
Panorama do esquema
As apurações apontam uso de uma estrutura organizada para dissimular recursos, incluindo redes de pagamentos e operações com criptomoedas. O objetivo seria dificultar o rastreamento das transações e a identificação dos responsáveis.
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