- A Polícia Federal prendeu dois cantores de expressão nacional sob suspeita de lavagem de dinheiro ligada ao tráfico internacional de drogas, em operação realizada em oito estados e no Distrito Federal.
- O cantor MC Poze do Rodo foi preso na mansão onde mora, no Rio de Janeiro; o MC Ryan SP foi detido no litoral paulista.
- O empresário e influenciador Chrys Dias, ligado aos dois artistas, também foi preso.
- Foram apreendidos um cordão com a imagem do traficante Pablo Escobar e carros de luxo.
- O grupo teria movimentado cerca de R$ 1,5 bilhão; a defesa de MC Poze afirmou que os fatos serão esclarecidos, enquanto MC Ryan preferiu não comentar.
Dois cantores de alto alcance foram presos pela Polícia Federal como parte de uma investigação sobre lavagem de dinheiro ligada ao tráfico internacional de drogas. A operação ocorreu em oito estados e no Distrito Federal, abrangendo ações coordinadas pela PF. O objetivo é desarticular um esquema financeiro que supostamente movimentava recursos para atividades de tráfico.
A prisão de MC Poze do Rodo ocorreu na residência dele, no Rio de Janeiro, enquanto MC Ryan SP foi detido no litoral de São Paulo. O empresário e influenciador Chrys Dias, ligado ao grupo, também foi preso. Segundo as forças de segurança, foram apreendidos itens de alto valor, incluindo um cordão com a imagem de Pablo Escobar e diversos carros de luxo.
A apuração inicial aponta que o grupo movimentou cerca de 1,5 bilhão de reais. A defesa de MC Poze afirma que irá esclarecer os fatos. Já MC Ryan preferiu não se pronunciar, e Chrys Dias não comentou até o momento. A PF continua com a coleta de provas e oitiva de envolvidos para esclarecer responsabilidades.
Envolvidos e prisões
A operação envolveu artistas conhecidos e empresários ligados ao meio artístico, em uma ação que mira lavagem de dinheiro associada ao tráfico internacional. A PF informou que a investigação continua e que novas informações podem surgir com o andamento dos interrogatórios.
Desdobramentos e próximos passos
A corporação indica que continuará a análise de documentos, movimentações financeiras e registros de patrimônio relacionado ao grupo. A defesa de investigados tem prazo para apresentar alegações formais, conforme o andamento do processo. Não há novas prisões anunciadas até o momento.
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