- O texto aponta as piores centrais multimídia dos carros vendidos no Brasil, destacando interfaces confusas e telas que travam.
- Um dos problemas é a lentidão de resposta em centrais Citröen, que dificultam o reconhecimento de smartphones e a aceitação de comandos.
- Imagens da câmera de ré apresentam baixa resolução em modelos como Toyota Corolla Cross e Honda City, em contraste com opções de maior qualidade no mercado.
- Tamanhos de tela variam: Renegade e Kicks vêm com telas menores, enquanto o BYD Seal ostenta uma tela de 15,6 polegadas.
- Além disso, há falta de botões físicos, menus em excesso e câmeras invasivas; a conectividade com Apple CarPlay e Android Auto também é problemática em GAC GS4 e Geely EX5, enquanto Volvo XC60 e EX90 oferecem integração nativa.
As centrais multimídia deixaram de ser luxo e passaram a peça-chave na dirigibilidade dos carros à venda no Brasil. Telas grandes, toque sensível e conectividade impulsionam vendas, mas a tecnologia também traz obstáculos para o motorista. Problemas vão desde interface complexa até lentidão de resposta.
Numerosos modelos prometem recurso avançado, porém entregam experiência aquém do esperado. Em meio a menus extensos e falhas de hardware, motoristas relatam dificuldade para acessar funções básicas sem desviar a atenção da via. Análises comparam versões nacionais com padrões internacionais.
A lista de falhas abrange desde desempenho até design de software. A seguir, síntese dos problemas mais citados pelos consumidores e avaliadores, com base em modelos à venda no Brasil.
Falhas que atrapalham a usabilidade
Lentidão de resposta é apontada como um entrave comum. Sistemas de marcas de entrada da Stellantis, por exemplo, apresentam reconhecimento de smartphone com atraso e comandos que exigem repetição.
Imagens de baixa resolução na câmera de ré também são criticadas. Modelos com visão 540º de concorrentes chineses elevam a barra, tornando irrelevante a câmera de baixa qualidade.
Tamanhos de tela inadequados para carros de preço médio a alto aparecem como problema recorrente. Modelos como Jeep Renegade podem melhorar com telas maiores, enquanto o Nissan Kicks permanece alvo de críticas.
Além disso, a ausência de botões físicos para funções-chave, como ar-condicionado e ajustes de retrovisores, é citada por reguladores e consumidores como ponto de falha em alguns veículos.
Menus extensos e interface complexa
Menuagens em excesso dificultam a operação durante a condução. O Leapmotor C10, por exemplo, exige várias ações para ajustar retrovisores, mesmo com atalhos disponíveis.
Câmeras invasivas compõem outra queixa. Em alguns modelos com ADAS, imagens das câmeras laterais sobrepõem o mapa na tela, prejudicando a navegação em momentos críticos.
Conectividade com Apple CarPlay e Android Auto é tema sensível. Dois modelos chineses, GAC GS4 e Geely EX5, chegam sem Android Auto, dependendo de apps paralelos para espelhamento.
Alguns veículos oferecem integração nativa com apps, como a Volvo XC60 e o EX90, permitindo navegação com Google Maps e perfis de Spotify salvos. Isso facilita o uso sem improvisos.
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