- A Justiça Federal manteve a prisão de MC Poze do Rodo após audiência de custódia virtual; ele continua no presídio José Frederico Marques, em Benfica, na zona norte do Rio de Janeiro.
- O rapper, de 27 anos, foi preso na casa dele, no Recreio dos Bandeirantes, pela Polícia Federal na sexta-feira, durante a operação Narcofluxo.
- A defesa afirma que ainda não teve acesso ao conteúdo das acusações que levaram à prisão; os agentes também não tinham conhecimento do teor das acusações no momento do cumprimento dos mandados.
- Além de Poze do Rodo, foram presos MC Ryan SP e Rafael Sousa Oliveira, criador do site Choquei, na mesma operação que investiga organização criminosa relacionada à lavagem de dinheiro e movimentação financeira ilícita, inclusive por meio de criptoativos, no Brasil e no exterior.
- A investigação aponta movimentação de mais de R$ 1,6 bilhão em transações associadas à suposta lavagem de dinheiro.
A Justiça Federal de São Paulo manteve a prisão de MC Marlon Brendon Coelho Couto Silva, conhecido como Poze do Rodo. O rapper, de 27 anos, permaneceu detido após audiência de custódia virtual. Ele segue à disposição da Justiça no presídio José Frederico Marques, em Benfica, na zona norte do Rio de Janeiro.
A decisão foi tomada após a deflagração da Operação Narcofluxo pela Polícia Federal de São Paulo. Poze do Rodo foi preso em casa, no Recreio dos Bandeirantes, e encaminhado à sede da PF no Rio antes de ser recolhido ao presídio. A ação envolve investigação sobre lavagem de dinheiro e movimentação ilícita de recursos.
Alinhada ao mesmo caso, outras duas pessoas foram presas na mesma operação: MC Ryan SP e Raphael Sousa Oliveira, criador do site Choquei. A investigação aponta a atuação de uma organização criminosa responsável por movimentações financeiras ilegais, inclusive com uso de criptoativos, no Brasil e no exterior, com estimativa de movimentação superior a 1,6 bilhão de reais.
Segundo o advogado Fernando Henrique Cardoso Neves, que representa Poze do Rodo, ainda não houve acesso formal aos conteúdo das acusações. A defesa afirmou que a apuração envolve diligências realizadas pela PF e pela Justiça Federal de São Paulo, sem que os agentes tenham conhecimento pleno do teor das acusações no momento da prisão.
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