- Um médico residente de 27 anos atirou em uma paciente de 57 anos durante atendimento ortopédico no Hospital CEMIL, em Umuarama, Paraná, nesta quarta-feira, 15 de abril; a vítima foi atingida de raspão na cabeça.
- Após o ocorrido, o médico deixou o hospital, tentou roubar um carro na cidade e efetuou dois disparos, mas a segunda vítima não foi atingida; ele roubou um Toyota Corolla e fugiu.
- A Polícia Militar localizou o veículo e prendeu o suspeito ainda na tarde de hoje, sem resistência durante a abordagem.
- Com ele foram apreendidos um revólver calibre 32, cinco munições já deflagradas e outras 20 intactas; o médico afirmou sofrer de transtorno afetivo bipolar.
- O caso é investigado pela Polícia Civil; o Conselho Regional de Medicina do Paraná abriu sindicância para apurar a conduta profissional, com possível punição que pode chegar à cassação.
Um médico residente foi preso após atirar em uma paciente durante uma consulta no Hospital CEMIL, em Umuarama, Paraná, na quarta-feira (15/4). A vítima, de 57 anos, foi atingida de raspão na cabeça durante atendimento na ala de ortopedia, com um supervisor presente no momento.
Segundo a Polícia Militar, o residente Gabriel Damasceno Camargo, de 27 anos, atirou quando o outro médico se virou. Em seguida, ele deixou o hospital e, ainda na cidade, abordou alguém para roubar um carro, efetuando dois disparos. A vítima da tentativa não foi atingida.
O suspeito chegou a fugir com um Toyota Corolla, mas foi localizado e preso na mesma tarde. Não houve resistência durante a abordagem. Com ele foram apreendidos um revólver calibre 32, cinco munições já deflagradas e 20 intactas.
Em depoimento, o médico não comentou os crimes, mas afirmou sofrer de transtorno afetivo bipolar. Ele se formou no Mato Grosso do Sul e fazia residência no Paraná. A Polícia Civil continua apurando as circunstâncias do caso.
Investigação e encaminhamentos
O CRM-PR abriu sindicância para apurar a conduta profissional do médico, com processo em sigilo que pode resultar em sanções que vão desde advertência até cassação do registro profissional. A defesa ainda não se manifestou publicamente.
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