- O Ministério Público do Rio Grande do Sul denunciou o cardiologista Daniel Pereira Kollet por estupro de vulnerável envolvendo três pacientes adultas em Taquara, no Vale do Paranhana, durante atendimentos no consultório.
- Os fatos teriam ocorrido em abril de dois mil e quatro, janeiro e março de dois mil e vinte e seis, e envolveriam atos libidinosos praticados sem consentimento enquanto as pacientes estavam seminuas para exames.
- O MP também pediu à Justiça afixação de um valor mínimo de reparação pelos danos às vítimas, além da condenação do médico.
- Kollet está preso preventivamente desde o dia trinta de março, detido no próprio consultório, e a investigação aponta que o número de possíveis vítimas pode ultrapassar quarenta mulheres.
- O Cremers abriu procedimento administrativo; o Ministério Público deve oferecer atendimento às vítimas, e o andamento seguirá no Judiciário.
O Ministério Público do Rio Grande do Sul denunciou o cardiologista Daniel Pereira Kollet por crimes sexuais contra pacientes em Taquara, no Vale do Paranhana. Segundo a denúncia, os casos ocorreram em abril de 2024 e em janeiro e março de 2026, durante atendimentos no consultório. A acusação classifica os atos como estupro de vulnerável, pela relação médico-paciente e pela condição das vítimas no momento dos fatos.
Conforme a denúncia apresentada pela promotora Silvia Inês Miron Jappe, Kollet se valia da posição profissional para praticar atos libidinosos sem consentimento, quando as pacientes estavam seminuas para exames. O Ministério Público também pediu à Justiça a fixação de um valor mínimo para reparação dos danos, além da condenação do médico.
Kollet está preso preventivamente desde 30 de março, após detenção no próprio consultório. Ele já havia sido indiciado por violação sexual mediante fraude, e as investigações apontam que o número de possíveis vítimas pode ultrapassar 40 mulheres. As investigações apontam padrão de conduta ao longo dos anos.
A defesa do cardiologista ainda não se manifestou sobre a denúncia. O Cremers abriu procedimento administrativo para apurar o caso. O Ministério Público informou que deve oferecer atendimento às vítimas por estruturas especializadas enquanto o processo tramita no Judiciário.
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