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Polícia prende homem suspeito de desviar R$ 35 milhões da avó

Polícia prende homem suspeito de estelionato e gestão fraudulenta de R$ 35 milhões deixados pela avó; bens bloqueados acima de R$ 30 milhões e a mãe dele também é investigada

Polícia Civil de Goiás deflagrou operação contra homem suspeito de praticar estelionato e exploração financeira contra a tia. Foto: Polícia Civil de Goiás/Reprodução
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  • Polícia Civil de Goiás prendeu na última segunda-feira, 13, um homem suspeito de estelionato e exploração financeira contra a tia, envolvendo desvio de fortuna deixada pela avó, que faleceu há dois anos, com prejuízo estimado em até R$ 35 milhões.
  • A tia da vítima recebeu os valores, enquanto a gestão dos recursos é investigada como fraudulenta; a mãe do suspeito também é investigada.
  • O suspeito foi detido em flagrante por posse ilegal de arma de fogo durante a operação “Milionários Infiéis” e pagou fiança para ser liberado.
  • A ação contou com a participação da Delegacia Especializada no Atendimento ao Idoso de Goiânia e da Delegacia de Polícia de Firminópolis, onde ocorreram os crimes.
  • Foram apreendidos documentos para análise e houve o bloqueio de bens superiores a R$ 30 milhões; a investigação segue para o Judiciário.

A Polícia Civil de Goiás prendeu na segunda-feira, 13, um homem investigado por estelionato e exploração financeira envolvendo a tia e uma fortuna deixada pela avó, falecida há dois anos. O prejuízo pode chegar a R$ 35 milhões.

A vítima é tia do suspeito e irmã da mãe dele, que também é investigada. Não foram divulgados os nomes, o que dificultou localizar a defesa dos envolvidos.

Durante a operação Milionários Inféis, realizada pela Deai de Goiânia em parceria com a Polícia de Firminópolis, o homem foi detido em flagrante por posse ilegal de arma de fogo. Ele pagou fiança e acabou liberado.

A investigação aponta que a partilha dos bens da idosa não foi feita de forma justa pelos investigados, conforme afirmou o delegado Alexandre Bruno de Barros, titular da Delegacia do Idoso.

Foram apreendidos documentos para análise e houve o bloqueio de bens superiores a R$ 30 milhões. A Polícia Civil informou que a investigação está em fase final e será encaminhada ao Judiciário.

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