- Um cão comunitário foi baleado em Guaratiba, zona oeste do Rio, na noite de quarta-feira (15).
(duas quebras)
- O animal foi levado à Fazenda Modelo, passou por cirurgia e permanece em quadro grave.
(duas quebras)
- Moradores afirmam que um policial, que não gosta de cachorros, seria o responsável pelos disparos; haveria relatos de que o mesmo suspeito tenha matado outro cão da região.
(duas quebras)
- O vereador Luiz Ramos Filho, da Comissão de Defesa dos Animais da Câmara Municipal, informou que vai denunciar o caso à polícia para investigação.
(duas quebras)
- A Secretaria Municipal de Proteção e Defesa dos Animais aponta que este foi o quarto caso de animais baleados em 2026; maltratar animais é crime com pena de dois a cinco anos.
Um cãozinho da comunidade foi baleado em Guaratiba, zona oeste do Rio, na noite de quarta-feira (15). O animal foi levado à Fazenda Modelo, onde passou por cirurgia. O estado de saúde permanece grave, com a bala atingindo o estômago, diafragma e uma costela.
Moradores afirmam que o responsável foi um policial que, segundo eles, não gosta de cães. Segundo relatos, o mesmo homem já teria tirado a vida de outro cão comunitário na região. A polícia não confirmou detalhes até o momento.
O caso começou a ser acompanhado pelo vereador Luiz Ramos Filho, da Comissão de Defesa dos Animais da Câmara Municipal, após denúncias feitas pelos moradores. Ele afirmou que vai registrar a ocorrência para abertura de investigação.
De acordo com a Secretaria Municipal de Proteção e Defesa dos Animais, este é o quarto caso de animais baleados em 2026. Em 2025, houve 12 ocorrências, com maus-tratos ou balas perdidas em comunidades.
Protocolo de registro e ações
A pasta informou que mantém um protocolo de contabilização e denúncia às autoridades, para cada caso envolvendo violência contra animais. Autoridades ressaltam que maltratar animais é crime com pena de dois a cinco anos.
Fica estabelecido que, diante de qualquer denúncia, as autoridades devem proceder com investigação e encaminhamentos cabíveis. O objetivo é identificar responsáveis e evitar novos ataques aos cães comunitários.
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