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Alice Ribeiro, repórter da Band Minas, teve morte encefálica confirmada

Morte encefálica de Alice Ribeiro, repórter da Band Minas, leva à doação de órgãos; acidente na BR-381 tira a vida de dois profissionais da televisão mineira

Alice Ribeiro, repórter da Band Minas que morreu em acidente na BR
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  • Alice Maria Ribeiro dos Santos Dadalt, 35 anos, jornalista da Band Minas, teve a morte encefálica confirmada na quinta-feira, 16 de abril, após acidente na BR-381 em Sabará.
  • A jornalista estava internada em estado gravíssimo no Hospital João XXIII e a família autorizou a doação de órgãos.
  • Natural de Belo Horizonte e formada pela PUC Minas, Alice passou por TV Globo, Record e TV Alterosa, e desde agosto de 2024 atuava na Band Minas.
  • O acidente ocorreu enquanto a equipe retornava de uma reportagem sobre os perigos da BR-381 e a necessidade de duplicação da via; o repórter cinematográfico Rodrigo Lapa, 49 anos, morreu no local.
  • Rodrigo Lapa era natural de Porto Alegre, atuava há tempos na Band Minas e deixava esposa e uma filha de 6 anos; a Polícia Civil de Minas Gerais investiga as causas do acidente.

A comunidade jornalística de Belo Horizonte acompanha com pesar as atualizações sobre o grave acidente na BR-381, em Sabará, que ceifou duas vidas. Alice Maria Ribeiro dos Santos Dadalt, 35 anos, teve a morte encefálica confirmada nesta quinta-feira. Ela estava internada no Hospital João XXIII desde o acidente envolvendo a equipe da Band Minas.

A repórter era natural de Belo Horizonte, formada pela PUC Minas e atuava na Band Minas desde agosto de 2024, com passagens por TV Globo, Record e TV Alterosa. A emissora destacou o compromisso de Alice com o jornalismo e causas sociais, especialmente pautas ligadas ao autismo.

Casada com um agente da Polícia Rodoviária Federal, Alice era mãe de um bebê com menos de um ano. A família autorizou a doação de órgãos, visando prolongar sua capacidade de ajudar outras pessoas.

Acidente na BR-381

O acidente aconteceu na tarde de quarta-feira (15), quando a Band Minas retornava à capital após produzir uma reportagem sobre os perigos da BR-381 e a necessidade de duplicação da via.

Quem dirigia o veículo era o repórter cinematográfico Rodrigo Lapa, 49, que não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Lapa era natural de Porto Alegre e havia retornado à Band Minas em dezembro de 2025.

Rodrigo era reconhecido pelos colegas por coberturas diversas, incluindo o Carnaval de Belo Horizonte e eventos climáticos na Zona da Mata. Ele deixava esposa e uma filha de 6 anos.

Legado e apuração

Além do trabalho audiovisual, Lapa desenvolvia atuação voluntária como palhaço, levando alegria a crianças hospitalizadas. O sepultamento ocorreu no Cemitério do Bonfim, nesta quinta-feira.

A Polícia Civil de Minas Gerais investiga as causas do acidente. Peritos coletaram vestígios no local para embasar o inquérito que apura as circunstâncias da colisão com o caminhão. As apurações continuam para esclarecer o ocorrido.

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