- Célia Maria Cassiano, professora brasileira, tinha 67 anos e passou pela morte assistida na Suíça na quarta-feira, 15 de abril.
- Foi diagnosticada em 2025 com uma doença neurodegenerativa no neurônio motor, que afeta movimentos e fala.
- Na Suíça, o suicídio assistido é legalmente permitido e segue protocolo médico, com critérios legais e perícia policial.
- Ela gravou um vídeo dizendo manter o intelecto preservado enquanto a degeneração física avançava.
- A decisão foi tomada para evitar depender totalmente de outras pessoas e ficar acamada; ela afirmou ter vivido uma “vida deliciosa” e que os dias próximos ao procedimento foram os melhores.
- Nesta quarta-feira, 15/4, a professora brasileira Célia Maria Cassiano passou por um procedimento de morte assistida na Suíça. A brasileira, aos 67 anos, foi diagnosticada em 2025 com doença neurodegenerativa que afeta o neurônio motor, prejudicando movimentos e a fala.
- No Brasil, eutanásia e suicídio assistido são ilegais. Na Suíça, o suicídio assistido é permitido por lei, seguindo protocolos médicos e uma perícia policial rigorosa.
- Cassiano divulgou um vídeo em que relatou o diagnóstico e afirmou manter o funcionamento intelectual apesar da degeneração física progressiva.
- A decisão pela morte assistida surgiu porque a intolerável dependência física, com necessidade de cuidados constantes, dificultava a qualidade de vida.
- Nos últimos meses, descreveu uma queda acentuada na autonomia, chegando a depender de várias pessoas para atividades básicas, como higiene e posicionamento. Essa realidade foi apontada como o limite para a busca por uma morte digna.
- A professora ressaltou que viveu uma vida plena e declarou que os dias que antecederam o procedimento foram entre os melhores de sua vida.
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