- Roma, conhecida como a Cidade Eterna, tem mais de 2.500 anos de história e abriga monumentos icônicos como o Coliseu e o Fórum Romano.
- Coliseu (72-80 d.C.), um dos maiores anfiteatros do mundo antigo, recebia gladiadores e eventos públicos e foi finalizado no reinado do imperador Tito.
- Fórum Romano (século VII a.C.) era o coração político e econômico da Roma antiga, com ruínas de templos, basílicas e mercados.
- Panteão (27 a.C. – 125 d.C.), templo dedicado a todos os deuses, possui uma das maiores cúpulas do mundo e foi reconstruído por Adriano.
- Fontana di Trevi (1732-1762), a maior fonte barroca de Roma, é famosa pelas esculturas de Netuno e pela tradição de jogar uma moeda para garantir o retorno à cidade.
Roma, a cidade que se autodenomina “Eterna”, reúne sinais vivos de 2.500 anos de história. O conjunto de monumentos reflete o antigo Império Romano, marcando o cenário urbano com relevância arqueológica e cultural.
Entre os ícones está o Coliseu, um dos maiores anfiteatros do mundo antigo. Fora de seu uso para gladiadores, o espaço testemunhou eventos públicos que moldaram a Roma imperial.
O Fórum Romano, situado no coração da antiga cidade, guarda ruínas de templos, basílicas e mercados que revelam a vida política e econômica da Roma Antiga.
O Panteão, templo dedicado aos deuses, impressiona pela cúpula imponente. Reconstruído por Adriano, ele permanece como referência arquitetônica.
A Basílica de São Pedro, no Vaticano, figura entre as maiores igrejas do mundo. Michelangelo contribuiu com a famosa cúpula que domina o conjunto.
O Capitólio, localizado no monte homônimo, era o centro político de Roma. A praça recebeu redesenho de Michelangelo no século XVI.
A Fontana di Trevi, maior fonte barroca da cidade, encanta com suas esculturas de Netuno. A tradição de jogar uma moeda pode indicar retorno.
O Vaticano abriga a Capela Sistina, famosa pelos afrescos de Michelangelo, incluindo o Juízo Final. O conjunto serve de centro espiritual do catolicismo.
O Castelo Sant’Angelo era mausoléu imperial e, no Renascimento, ganhou função de fortaleza papal. Hoje integra o conjunto histórico da região.
Piazza Navona surge sobre o estádio de Domiciano, com fontes barrocas importantes, como a dos Quatro Rios, de Bernini.
A Escadaria da Praça da Espanha, com 135 degraus, conecta a embaixada espanhola à igreja Trinità dei Monti e é ponto de encontro popular.
As Catacumbas de São Calisto, do século II, compõem redes subterrâneas de túmulos cristãos primitivos, entre as maiores de Roma.
A Boca da Verdade, antiga escultura de mármore, era associada a testes de honestidade, segundo a lenda popular.
A Basílica de São João de Latrão, do século IV, é uma das quatro basílicas papais e a igreja mais antiga do Ocidente.
As Termas de Caracala, erguidas entre 212 e 217, destacam-se como um dos maiores complexos termais do mundo romano.
Campo de Fiori, desde o século XV, é praça com mercado diário e local histórico ligado à execução de Giordano Bruno em 1600.
A Villa Borghese, parque público do século XVII, abriga museus e jardins. A Galeria Borghese exibe obras de Caravaggio e Bernini.
O Circo Máximo foi o maior estádio da Roma Antiga, recebendo corridas de bigas para enormes públicos, estimados em até 250 mil pessoas.
O Arco de Constantino, erguido em 315, celebra vitórias romanas e permanece entre os grandes arcos triunfais do mundo.
A Piazza del Popolo, do século XVI, destaca-se pela Arquibancada de obelisco central, trazido do Egito no século X a.C.
Entre na conversa da comunidade