- A jornalista Alice Ribeiro, 35 anos, da Band Minas, teve morte encefálica confirmada pelo Hospital João XXIII após acidente na BR-381, em Minas Gerais, na quarta-feira (15).
- Ela estava no carro com o cinegrafista Rodrigo Lapa, 49 anos, que também morreu no acidente.
- Alice deixa o marido e um filho de nove meses; o bebê é chamado de astronauta pela mãe e havia planos para a festa do primeiro ano.
- A repórter escrevia sobre autismo com frequência, motivada pelo irmão neurodivergente; colegas destacam sua dedicação e carisma.
- Após confirmação do óbito, a família autorizou a doação de rins, pâncreas, fígado e córneas; o coração não pôde ser utilizado; Rodrigo Lapa foi enterrado em Belo Horizonte.
Alice Ribeiro, jornalista da Band Minas, morreu após um grave acidente de carro na BR-381, em Minas Gerais, na noite de quarta-feira (15). A morte encefálica foi confirmada pelo Hospital de Pronto-Socorro João XXIII na quinta-feira (16).
A vítima tinha 35 anos e estava no veículo ao lado do cinegrafista Rodrigo Lapa, de 49, que também faleceu. O acidente ocorreu durante a viagem pela rodovia, ainda sem definição de causas definitivas.
A jornalista deixa o marido e um filho de nove meses, Pedro, carinhosamente chamado pela família de astronauta devido ao capacete usado pelo bebê em um processo de formação do crânio. O bebê completaria um ano em breve.
Colegas da Band Minas destacaram a dedicação de Alice à profissão e o seu carisma na rotina da redação. A emissora afirmou estar em luto e oferecendo suporte à família.
Doação de órgãos
Após a confirmação do óbito, a família informou a retirada de rins, pâncreas, fígado e córneas. O coração não pôde ser utilizado por inviabilidade clínica.
Alice sofreu traumatismo craniano e várias fraturas. Rodrigo Lapa, que acompanhava a reportagem, foi enterrado no Cemitério do Bonfim, em Belo Horizonte. Lapa era funcionário da Band Minas e, fora do expediente, atuava como palhaço para crianças hospitalizadas, deixando a esposa e o filho de sete anos.
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