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Cinco segredos dos restaurantes Michelin no Brasil, revelados

Segredos dos restaurantes Michelin no Brasil revelam técnicas artesanais, criações únicas e menus de alta complexidade que moldam a experiência

Mochixinha do Kureji em prato de alumínio servido com molho e especiarias. Foto: Neuton Araújo
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  • Zena, Bib Gourmand desde 2015, passou a usar massas 100% de sêmola de grano duro italiano após viagem do chef a Gragnano; o paccheri é destaque.
  • Kureiji ganhou nova recomendação Michelin; o gari não é servido e substituído por garioca e garioquinha, lâminas de mandioca com gengibre; há também a Mochixinha, com massa de mochi e frango ao kimchi.
  • Kanoe, do chef Tadashi Shiraishi San, serve dois tipos de shari (arroz de sushi) e, em noites especiais, o omakase pode deixar de lado os peixes para trabalhar com wagyu, pato ou cordeiro.
  • Le Jardin é o único restaurante 24 horas com estrela Michelin no mundo; fica no Rosewood São Paulo, elogia o ambiente tranquilo e o leitão ao molho rôti; as sobremesas são assinadas por Saiko Izawa.
  • Osso, de Renzo Garibaldi em São Paulo, ganhou projeção com cortes dry aged; além de carne maturada a seco, há wagyu maturado há mais de 300 dias e peças raras que podem superar R$ 4 mil por quilo.

O Guia Michelin no Brasil revela cinco segredos pouco conhecidos que ajudam a explicar a experiência em restaurantes avaliados pela publicação. Entre técnicas, ingredientes e apostas criativas, o texto mostra como a alta gastronomia brasileira se diferencia pelo estilo e pela qualidade.

O Zena, premiado com Bib Gourmand desde 2015, passou a trabalhar com massas 100% de sêmola de grano duro italiana após viagem do chef Carlos Bertolazzi a Gragnano. O destaque fica com o paccheri, massa tubular napolitana que segura bem os molhos.

Outra frente é o Kureiji, japonês considerado “muito louco” pelo Guia. O restaurante substitui gari por variantes como garioca e garioquinha, feitas com mandioca ou mandioquinha, mantendo o sabor agridoce com menos picância.

Técnicas e identidade

Tadashi Shiraishi San, à frente do Kanoe, oferece dois tipos de shari para acompanhar a cura do peixe, elevando o padrão dos sushis. Em noites especiais, o omakase pode deixar os peixes de lado e focar em proteínas nobres como wagyu, pato ou cordeiro.

Le Jardin, único restaurante 24 horas no Michelin Brasil e no Rosewood São Paulo, recebe elogios pelo ambiente de natureza e tranquilidade. Entre os destaques, o leitão ao molho rôti com cenouras orgânicas e sobremesas assinadas por Saiko Izawa, famosa confeiteira.

Destaques e horizontes

Renzo Garibaldi ganhou projeção no Latin America’s 50 Best Restaurants graças à carne maturada a seco. Em Osso, inaugurado em 2022, a casa oferece cortes dry aged, incluindo wagyu maturado por mais de 300 dias e peças que podem ultrapassar R$ 4 mil por quilo, com opções que variam conforme a necessidade do momento.

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