- Belém decretou situação de emergência após fortes chuvas que foram apontadas como as maiores dos últimos dez anos, com cem milímetros em seis horas.
- A maré alta atingiu cerca de 3,86 metros por volta das 12h desta segunda-feira, com pico visto ao longo do dia e previsão de novo nível próximo de 3,86 metros ao meio-dia.
- Os bairros Tapanã, Benguí e Curió-Utinga ficaram entre os mais afetados, com ruas virando rios e água chegando à metade da altura das casas no Tapanã.
- Não há confirmação oficial, até o momento, sobre o número de pessoas afetadas ou desabrigadas.
- A prefeitura abriu um ponto de doação na Aldeia Amazônica, recebendo colchões, itens de higiene, cestas básicas, alimentos não perecíveis e roupas.
Belém decretou estado de emergência na noite deste domingo, após fortes chuvas alagrarem diversos bairros. O prefeito Igor Normando, em conjunto com a Defesa Civil, informou que o volume de precipitação atingiu 100 milímetros em seis horas.
A cidade também sofre com maré alta, estimada em 3,8 metros neste início de semana. Dados da Marinha do Brasil apontam marés altas para hoje, com pico por volta do meio-dia. Em 24 horas, foram registrados 150 mm de chuva.
A prefeitura abriu um ponto de doação na Aldeia Amazônica, na periferia, para colchões, itens de higiene, cestas básicas, alimentos não perecíveis e roupas.
Bairros mais atingidos
O bairro Tapanã ficou especialmente atingido, com água chegando à metade da altura das casas, transformando ruas em rios. Benguí e Curió-Utinga também registraram alagamentos.
Segundo previsão, a maré deve alcançar 3,86 metros por volta das 12h de hoje. Até a publicação, não havia registro de mortes ou feridos e não foram divulgados números oficiais sobre desalojados.
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