- Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, se entregou à polícia do Rio de Janeiro nesta segunda-feira (20).
- Henry Borel morreu em 8 de março de 2021; perícias apontam hemorragia interna e laceração hepática, e o Ministério Público sustenta que Jairinho cometeu agressões e que Monique foi omissa.
- A justiça havia determinado a returnação de Monique à prisão pelo ministro Gilmar Mendes; ela se apresentou na 34ª Delegacia de Polícia (Bangu).
- O julgamento de Monique e do ex-padrasto Jairinho foi remarcado para 25 de maio; a defesa de Jairinho abandonou o Tribunal do Júri, o que levou à suspensão do feito.
- Jairinho era vereador na época; ambos estavam presos desde abril de 2021. Monique já deixou a prisão em 2022, mas voltou a ser encarcerada após decisão do STF em 2023.
Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, entregou-se nesta segunda-feira à polícia do Rio de Janeiro. A ré pelo homicídio do filho, ocorrido em 2021, compareceu à 34ª DP em Bangu. A ação ocorreu três dias depois de ordem de retorno à cadeia expedida pelo STF.
Henry Borel morreu na madrugada de 8 de março de 2021, no Rio de Janeiro. Perícias indicam hemorragia interna e laceração hepática. A defesa de Monique e o padrasto Jairinho afirmaram que houve queda, mas as provas sugerem agressões de Jairinho e omissão de Monique, segundo o Ministério Público.
A decisão de Gilmar Mendes, do STF, determinou a prisão da mãe, mantida na sexta-feira anterior. No sábado, o ministro rejeitou recurso da defesa e manteve a prisão preventiva. O julgamento de Monique e Jairinho foi remarcado para 25 de maio.
A juíza Elizabeth Machado Louro autorizou a soltura de Monique, avaliando que a defesa de Jairinho interrompeu indevidamente o processo. O caso ocorre em meio a mudanças no andamento do júri que envolvem o ex-vereador do Rio de Janeiro e a mãe da vítima.
Henry morreu em um apartamento na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Jairinho, então vereador, e Monique foram presos em abril de 2021, ainda conforme a investigação. Monique chegou a deixar a cadeia em 2022, mas voltou a ser encarcerada após decisão do STF em 2023.
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