- Parque de diversões em Guaíba, na região metropolitana de Porto Alegre, foi interditado após 12 pessoas ficarem feridas.
- Três vitim as com ferimentos graves foram encaminhadas ao hospital e já estão fora de perigo.
- A Polícia Civil aponta o rompimento de cabos de aço do brinquedo como hipótese principal; falhas estruturais já foram identificadas visualmente.
- Mesmo com alvará de funcionamento e laudo do Corpo de Bombeiros, a perícia técnica deve apontar as causas exatas; especialistas consideram falha em etapas de projeto, execução, operação ou manutenção.
- O parque iniciou a desmontagem nesta segunda-feira, e os responsáveis dizem prestar apoio às vítimas; o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do RS acompanhará as investigações.
O acidente ocorreu em um parque de diversões em Guaíba, na região metropolitana de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Doze pessoas ficaram feridas após o rompimento de cabos de um brinquedo. A área foi interditada e o parque começou a ser desmontado nesta segunda-feira. A situação levou à suspensão temporária das atividades no local.
Três feridos tiveram ferimentos mais graves e foram encaminhados ao hospital. Eles permanecem sob acompanhamento médico e não correm risco imediato de vida.
A Polícia Civil aponta o rompimento de cabos de aço como a principal hipótese do acidente. Foi possível identificar falhas estruturais na avaliação inicial, segundo autoridades.
A Prefeitura de Guaíba informou que o parque possuía documentação regular, incluindo alvará de funcionamento e laudo do Corpo de Bombeiros. Uma perícia técnica irá indicar as causas exatas do evento.
Perícia e próximos passos
Especialistas apontam que o problema pode ter ocorrido em diferentes fases do funcionamento do brinquedo, como projeto, execução, operação ou manutenção. O CREA-RS informou que todas as possibilidades serão avaliadas durante a investigação.
A presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do RS afirmou que a análise deve considerar diversas etapas para compreender a origem da falha. Enquanto isso, o parque permanece interditado e a Redação acompanha o andamento do processo.
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