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Cidades que têm animais como símbolos oficiais

Estudo sugere origem chinesa do Leão de Veneza, contrária à tese turca, destacando cidades do mundo que associam animais aos símbolos locais

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  • Um estudo questiona a origem do Leão de Veneza, sugerindo que a peça pode ter vindo da China, não da Turquia, possivelmente da dinastia Tang (séculos seis a oito) e ligada a uma mina da bacia do rio Yangtze.
  • A análise, feita pela Universidade de Pádua com geólogos, químicos, arqueólogos e historiadores da arte, examinou a liga de bronze e estanho do leão para indicar sua possível origem.
  • O texto lembra que Marco Polo passou 17 anos na China, e que a estátua já estaria em Veneza quando ele viajou; há possibilidade de aquisição da peça por ascendentes.
  • O artigo apresenta ainda uma relação de cidades ao redor do mundo que têm animais como símbolos, explicando brevemente o significado de cada escolha.
  • Entre os exemplos, constam São Francisco (urso), Londres (leão), Barcelona (dragão), Tóquio (garça), Melbourne (canguru), Toronto (castor), Dublin (cervo), Paris (galo), Cidade do México (águia), Viena (águia), Sydney (pelicano), Edimburgo (unicórnio), Cairo (gato) e Budapeste (cavalo).

O Leão de Veneza, símbolo da Praça de São Marcos, pode ter origem inesperada. Um estudo recente questiona se a peça veio da China, não turca como se pensava. A análise aponta para uma possível ligação com a dinastia Tang (618-907).

Geólogos, químicos, arqueólogos e historiadores da arte da Universidade de Pádua evaluaram uma liga de bronze e estanho do leão. Segundo o grupo, a origem pode ser uma mina da bacia do Yangtze, na China.

Os pesquisadores destacam que venezianos viajaram à China e podem ter retornado com peças. Marco Polo viveu na China entre 1275 e 1295, mas a estátua já estava em Veneza quando ele viajou. Descobertas abrem caminho para novas hipóteses sobre a peça.

O estudo não descarta explicações históricas anteriores. A equipe ressalta a importância de dados metalográficos para confirmar a origem da estátua. Novos levantamentos devem ampliar o panorama sobre o tema.

Cidades pelo mundo que adotam animais como símbolos

  • São Francisco (EUA) – Urso: símbolo desde a fundação da Califórnia, representando força e resistência na bandeira estadual desde 1846.
  • Londres (Reino Unido) – Leão: figura heráldica antiga, associada à força e à coragem nos brasões da cidade.
  • Barcelona (Espanha) – Dragão: ligado a Sant Jordi, padroeiro da Catalunha, na tradição medieval.
  • Tóquio (Japão) – Garça: símbolo de longevidade e boa sorte, presente na cultura japonesa desde tempos antigos.
  • Melbourne (Austrália) – Canguru: símbolo nacional, refletindo a fauna única do país desde o século XX.
  • Toronto (Canadá) – Castor: representa industriosidade e perseverança, ligado à economia de peles no século XVII.
  • Dublin (Irlanda) – Cervo: associado à mitologia celta, parte do brasão desde a Idade Média.
  • Paris (França) – Galo: símbolo nacional, ligado à vigilância e à coragem na heráldica medieval.
  • Cidade do México (México) – Águia: representa força e liberdade; figura no brasão desde a fundação da cidade asteca, em 1325.
  • Viena (Áustria) – Águia: simboliza força e soberania, com raízes no Império Austro-Húngaro.
  • Sydney (Austrália) – Pelicano: sinal de vida marinha e conexão com o litoral.
  • Edimburgo (Escócia) – Unicórnio: símbolo nacional da Escócia, presente no brasão desde a Idade Média.
  • Cairo (Egito) – Gato: referência à antiga cultura egípcia, associada a proteção e sabedoria.
  • Budapeste (Hungria) – Cavalo: representa força e tradição, vínculo com povos nômades e presença em monumentos.

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