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Correio Braziliense destaca as primeiras páginas da capital

Correio Braziliense, desde 1960, acompanha a construção de Brasília e consolida-se como arquivo histórico da cidade e elo com a democracia local

Redação do Correio Braziliense: integração entre o digital e o impresso - (crédito: Ed Alves/CB)
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  • Em 21 de abril de 1960, o Correio Braziliense abriu sua edição número um, acompanhando a inauguração de Brasília.
  • O jornal, fundado por Assis Chateaubriand, herdou o nome do periódico londrino de 1808, conectando a capital a raízes históricas da imprensa.
  • Ao longo das décadas, tornou-se o principal arquivo da identidade brasiliense, registrando o nascimento das quadras, das regiões administrativas e da vida política local.
  • Cobriu a autonomia do Distrito Federal, campanhas políticas como Diretas Já e os debates entre população e poder público.
  • Hoje, mais de seis décadas depois, permanece como memória impressa e digital da cidade, mantendo o compromisso com a história em construção.

O Correio Braziliense nasceu para acompanhar a construção de Brasília. Em 21 de abril de 1960, estreou sua edição número um, ligada à inauguração da capital. O jornal foi criado por Assis Chateaubriand, conectando imprensa e obra urbanística.*

O nome homenageia o periódico de Hipólito José da Costa, editado em Londres em 1808. Ao resurrectar essa linha, Chateaubriand uniu o projeto de Juscelino Kubitschek às raízes da imprensa brasileira, dando nova identidade à cidade.

Nas décadas seguintes, o jornal tornou-se o principal arquivo da identidade brasiliense. Em meio ao concreto, acompanhou a vida nas superquadras e os acontecimentos políticos que ganhavam o Eixo Monumental, registrando o cotidiano da nova capital.

Legado e função

Ao longo de sua história, o Correio funcionou como espelho das transformações sociais do DF, documentando o nascimento de regiões administrativas, a chegada de universidades e a consolidação de uma cultura local.

O veículo teve papel central em debates pelas Diretas Já e pela autonomia política do DF, atuando como elo entre população e poder público e cobrando respostas para demandas urbanas e sociais.

Mais de seis décadas depois, o jornal permanece como memória impressa e digital da capital que nasceu para o futuro, renovando diariamente seu compromisso com a história e os desafios de Brasília.

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