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Operação com drones prende foragido de alta periculosidade no RS

Operação com drones prende foragido de alta periculosidade no sul do Rio Grande do Sul, investigado por feminicídio e tráfico, com sistema de vigilância na residência

Foto: Divulgação/MPRS / Porto Alegre 24 horas
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  • Operação integrada entre o Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) e a Brigada Militar desarticulou o esconderijo de um foragido de alta periculosidade na região de Rio Grande, no Sul do estado, nesta segunda-feira (20).
  • O investigado era denunciado por feminicídio premeditado em 2024 e possuía cinco registros criminais, incluindo tráfico de drogas, receptação, associação criminosa e estupro.
  • O local contava com estrutura de segurança, como câmeras, concertinas e escadas para fuga; drones foram usados para coordenar a incursão.
  • O suspeito já havia descumprido normas judiciais ao romper a tornozeleira eletrônica pouco antes do assassinato da ex-companheira, fato que motivou a continuidade da Operação Protetor.
  • A prisão é vista como crucial para a segurança pública, já que o detido cumpria sete anos de reclusão e foi reconduzido ao sistema penitenciário; o monitoramento de áreas com violência contra a mulher continuará.

Uma operação integrada entre o Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) e a Brigada Militar desarticulou, nesta segunda-feira (20), o esconderijo de um dos criminosos mais procurados da região de Rio Grande. A ação utilizou drones para coordenar a ofensiva. O alvo era investigado por feminicídio premeditado em 2024 e por um histórico de crimes graves.

O investigado possuía uma ficha com cinco registros por tráfico de drogas, receptação, associação criminosa e estupro. O promotor Rogério Meirelles Caldas detalhou que a residência contava com câmeras, concertinas e escadas estratégicas para facilitar a fuga por muros laterais, o que exigiu apoio aéreo para a prisão.

Para evitar a prisão, o suspeito mantinha uma estrutura de segurança robusta em sua casa, dificultando a aproximação policial. A resistência no local levou os oficiais a recorrerem a drones, que apoiaram a incursão terrestre com maior precisão.

O caso também envolve o descumprimento de normas judiciais, já que o detido rompeu a tornozeleira eletrônica pouco antes de cometer o assassinato da ex-companheira. Esse padrão de violação motivou a continuidade da operação Protetor, voltada a retirar indivíduos com monitoramento irregular do convívio social.

A prisão é vista como um marco para a segurança pública na região, dada a reincidência em crimes violentos e contra a saúde pública. O investigado, que cumpria sete anos de reclusão, foi reconduzido ao sistema penitenciário. O monitoramento de áreas de violência contra a mulher seguirá como prioridade.

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