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Empresário é morto em abordagem da PM na Pavuna; irmã contesta 23 tiros

Morte de empresário durante abordagem da PM na Pavuna leva à abertura de procedimento interno; Delegacia de Homicídios investiga motivação e circunstâncias

Empresário Daniel Patrício Santos de Oliveira foi morto durante abordagem policial na Pavuna, Zona Norte do Rio — Foto: Reprodução
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  • Um empresário foi morto a tiros during a abordagem da Polícia Militar na Pavuna, Zona Norte do Rio, na madrugada desta quarta-feira (22).
  • Daniel Patrício Santos de Oliveira, dono de uma loja de eletrônicos, voltava de um pagode com três amigos quando foi baleado.
  • A irmã da vítima afirmou que foram vinte e três tiros e que não houve arma dentro do veículo, sugerindo que não houve revide.
  • A Polícia Militar informou que a Delegacia de Homicídios foi acionada e abriu um procedimento interno para apurar as circunstâncias; a DH da Capital segue as investigações.
  • O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal; Daniel morava no bairro há vinte e dois anos e deixa esposa e filha de quatro anos.

Um empresário foi morto a tiros durante uma abordagem de policiais militares na Pavuna, Zona Norte do Rio, na madrugada desta quarta-feira, 22. A vítima viajava em uma picape com três amigos quando houve o disparo. A Polícia Militar informou que a ação ocorreu durante patrulhamento do 41º BPM (Irajá) e que um homem não resistiu aos ferimentos.

Daniel Patrício Santos de Oliveira era proprietário de uma loja de produtos eletrônicos na região há 22 anos. Ele voltava de um pagode com os três acompanhantes no veículo no momento em que houve a abordagem, segundo informações oficiais.

Familiares contestam a versão policial. A irmã afirma que foram feitos 23 tiros e que não houve resposta de parada; segundo ela, não havia arma dentro do carro. A mãe também criticou o que considera despreparo da polícia. As falas não foram reproduzidas aqui, apenas descritas.

Investigações e encaminhamentos

A Polícia Civil informou que a Delegacia de Homicídios da Capital foi acionada e passa a investigar as circunstâncias do caso. O comando da PM determinou a abertura de um procedimento interno para apurar o ocorrido.

O corpo de Daniel foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para necropsia. A unidade de Polícia Civil deve esclarecer o que motivou a abordagem e as circunstâncias que levaram ao disparo fatal.

Fonte oficial afirma que não houve confirmação de resistência por parte da vítima e que outras informações serão apuradas durante as investigações. A família permanece mobilizada para acompanhar o andamento do processo.

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