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Homem preso por furtar ossos de crianças em cemitério e enfrenta 500 acusações

Jonathan Gerlach permanece detido, acusado de roubo, abuso de cadáveres e profanação, com mais de cem restos mortais encontrados e fiança de US$ 1 milhão

Homem foi detido em janeiro e processo segue
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  • Jonathan Gerlach, 34 anos, está preso nos EUA por quase 500 acusações relacionadas a restos mortais humanos, envolvendo o Cemitério Mount Moriah, em Filadélfia, Pensilvânia.
  • Ele foi detido em janeiro após a polícia encontrar um saco supostamente cheio de ossos de crianças; mais de cem restos mortais foram encontrados em sua casa, formando cerca de 30 conjuntos.
  • Entre as acusações estão roubo, abuso de cadáveres e profanação de monumentos; duas acusações específicas de roubo foram retiradas.
  • O processo tramita no tribunal do condado de Delaware e Gerlach permanece detido; ele pode pagar fiança, mas não tem condições de arcar com US$ 1 milhão.
  • Investigações afirmam que ele vendia partes de corpos pela internet.

Jonathan Gerlach, 34 anos, está detido em conexão com uma série de crimes envolvendo restos mortais encontrados em cemitérios nos Estados Unidos. O caso ganhou notoriedade pelo grande número de acusações que o cercam, ligadas a roubos e profanação de cadáveres.

O exame inicial das evidências aponta que Gerlach furtou ossos de crianças e esqueletos no Cemitério Mount Moriah, em Filadélfia, Pensilvânia. Em janeiro, a polícia o prendeu após flagrá-lo com um saco supostamente repleto de ossos de crianças, gesto que desencadeou a investigação. Mais de cem restos mortais foram encontrados em sua residência, totalizando aproximadamente 30 conjuntos.

Entre as acusações, constam roubo, abuso de cadáveres e profanação de monumentos. Duas acusações de roubo foram retiradas, mas o total de acusações permanece elevado. Ele se apresentou ao tribunal do condado de Delaware e continua detido, sem a audiência preliminar.

Gerlach pode pagar fiança durante o andamento do processo, porém, não tem condições financeiras para arcar com o valor de US$ 1 milhão. Segundo as investigações, ele admitiu vender partes dos corpos pela internet, prática que complica ainda mais a atuação investigativa.

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