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Irmã pega bebê sem ninguém ver; mãe alerta após susto: Não dá pra piscar

Vídeo de câmera de segurança mostra irmã de dois anos derrubando a bebê de sete meses; mãe reforça supervisão constante após susto

Menina pega bebê e mãe leva susto — Foto: Reprodução/Instagram
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  • A irmã de 2 anos tentou pegar a bebê de 7 meses sozinha e a derrubou, em um vídeo gravado por câmera de segurança que viralizou.
  • A mãe, Giselle Marques, 29 anos, morando nos Estados Unidos, estava com a mão operada e teve que se afastar por alguns segundos para atender o celular.
  • A bebê não se machucou; a mãe explicou à filha mais velha que não se pega a irmã sem ajuda e conversou com Luna, que pediu desculpas.
  • Giselle levou cerca de um mês para publicar o vídeo, temendo julgamentos, mas informou que a cena serve como alerta para evitar acidentes em casa.
  • Após o episódio, a vigilância aumentou: as mães citadas pela família relatam que não saem sem acompanhar as crianças, mantendo as irmãs sob supervisão constante.

O que aconteceu: uma menina de 2 anos tentou pegar a irmã de 7 meses sozinha, provocando a queda da bebê. O episódio foi registrado por câmera de segurança e viralizou, gerando alerta para pais e responsáveis.

Quem está envolvido: Giselle Marques, 29, mãe das duas crianças. Ela, natural de Goiânia, reside nos Estados Unidos. A filha mais velha, Luna, 7 anos, e a bebê Alana, de 7 meses, aparecem no vídeo.

Quando e onde ocorreu: o incidente ocorreu em casa, em um dia recente, nos Estados Unidos. Giselle havia passado por cirurgia na mão e estava com movimentos limitados.

Por que aconteceu: a mãe explica que a filha mais velha queria ajudar, mas acabou pegando a bebê sem supervisão. Giselle ressalta que sempre orienta Luna a não pegar a irmã sozinha.

Como a situação foi contornada: a mãe voltou a cuidar da bebê, verificou que estava bem e conversou com Luna, que pediu desculpas. A família reforçou a importância da supervisão constante.

Repercussão e lições: o vídeo atraiu milhões de visualizações e gerou debates sobre atenção redobrada em casa. Giselle afirmou que esperou um mês para publicar para evitar julgamentos precipitados.

Ações após o episódio: a vigilância domiciliar foi reforçada. A mãe diz que não sai nem para beber água sem levar as filhas junto e que continuará promovendo o vínculo entre elas com supervisão contínua.

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