- Executivos da Leapmotor indicaram estudo para lançar o A10 no Brasil, com faixa de preço entre R$ 160 mil e R$ 180 mil.
- SUV compacto elétrico de tração traseira tem porte similar ao T-Cross e Creta, medindo 4,27 metros de comprimento, 2,61 metros de entre-eixos, 1,81 metro de largura e 1,64 metro de altura.
- Motor elétrico traseiro entrega 204 cv de potência e 20,4 kgfm de torque; o inversor fica na dianteira, e a recarga de 30% a 80% ocorre em aproximadamente 16 minutos.
- Pacote ADAS nível 2+ com sensor Lidar no teto, controle de cruzeiro adaptativo, frenagem autônoma de emergência e central multimídia de 14,6 polegadas com chips Qualcomm; comandos de voz com IA.
- Detalhes de acabamento incluem suspensão traseira por eixo de torção e capô sem amortecimento; interior com poucos botões físicos, teto panorâmico e sistema de fragrância na cabine.
Durante visita a uma fábrica da Leapmotor em Hangzhou, na China, executivos da marca confirmaram estudos para lançar o A10 no Brasil. A iniciativa visa popularizar a presença da fabricante chinesa do grupo Stellantis no mercado brasileiro.
O objetivo é ter um SUV elétrico de faixa de preço entre 160 mil e 180 mil reais, ocupando espaço entre modelos como B10 e C10 no portfólio. O foco é oferecer um veículo com porte próximo ao de T-Cross ou Creta.
O Leapmotor A10 é um SUV elétrico de tração traseira, com dimensões semelhantes às de T-Cross e Creta. Possui motor traseiro com 204 cv de potência e 20,4 kgfm de torque, conforme dados da marca. A inversão fica na dianteira.
Especificações e tecnologia
A recarga de 30% a 80% prometida em 16 minutos é destacada pela Leapmotor, além de gerenciamento de temperatura da bateria para maior eficiência em altas velocidades. Pacote ADAS nível 2+ traz sensores Lidar no teto, com ACC e frenagem autônoma emergencial.
A central multimídia de 14,6 polegadas funciona com chips Qualcomm 8295 e 8650. O acabamento é elogiado em relação a concorrentes, embora haja compromises como suspensão traseira por eixo de torção e capô sem amortecimento. O veículo mantém tela dominante para comandos, com menos botões físicos.
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