- Marcelinho Carioca registrou boletim de ocorrência em São Paulo acusando apropriação indébita de cerca de R$ 479 mil pela ex-advogada.
- O dinheiro seria proveniente de um processo movido contra a massa falida das Fazendas Reunidas Boi Gordo; o saque ocorreu em janeiro de 2025 sem comunicação ao ex-jogador.
- Segundo a denúncia, o valor, ainda que ele fosse o beneficiário, foi transferido para a conta da advogada, sem avisar sobre a liberação do alvará judicial.
- A descoberta veio durante uma transmissão ao vivo, quando um seguidor questionou o andamento do processo e ele consultou o site do Tribunal de Justiça, confirmando o pagamento.
- O caso tramita em inquérito policial; Marcelinho também abriu representação na OAB para apurar a conduta profissional da suspeita e buscar a recuperação dos valores.
Marcelinho Carioca registrou boletim de ocorrência em São Paulo por apropriação indébita, envolvendo cerca de R$ 479 mil desviados por sua antiga advogada. O caso envolve um processo movido contra as Fazendas Reunidas Boi Gordo e o saque ocorreu em janeiro de 2025, ainda sem autorização.
O montante vinha de um processo em que Marcelinho era beneficiário, mas os documentos bancários mostram transferência direta para a conta da profissional responsável pelo caso. Não houve comunicação sobre a liberação do alvará judicial ao ex-jogador.
A descoberta ocorreu durante uma transmissão ao vivo do próprio Marcelinho, que ao ler comentários de seguidores decidiu consultar o site do Tribunal de Justiça. Ao entrar no sistema, confirmou o saque feito da quantia.
O desvio foi registrado após o término formal da relação profissional em junho de 2024. Em depoimento, o atleta afirmou que não houve prestação de contas e que, após a transferência, perdeu contato com o escritório. A advogada teria feito depósito parcial posterior em juízo, segundo ele, para tentar evitar responsabilidade criminal.
Investigação em curso
O caso tramita como inquérito policial para apurar a conduta da advogada e o destino do dinheiro. Além disso, Marcelinho protocolou uma representação na OAB para avaliação da atuação profissional da suspeita e para que haja responsabilização administrativa e penal.
A defesa do ex-jogador busca a recuperação total dos valores, bem como a responsabilização dos envolvidos no desfalque. As apurações devem esclarecer se houve uso indevido de uma procuração ainda vigente à época dos saques.
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