Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

PF prende MC Poze do Rodo, MC Ryan SP, Chrys Dias e criador da Choquei

Polícia Federal deflagra Narco Fluxo: 33 presos, seis foragidos; envolve MC Poze do Rodo, MC Ryan SP, Chrys Dias e criador da Choquei em esquema de lavagem de dinheiro

MC Poze do Rodo (à direita) e MC Ryan SP (à esquerda) foram presos pela PF
0:00
Carregando...
0:00
  • A Polícia Federal deflagrou a Operação Narco Fluxo, com 45 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e Distrito Federal; ao todo, 33 pessoas foram presas e seis permanecem foragidas.
  • Foram detidos, na ação, MC Poze do Rodo (Rio de Janeiro), MC Ryan SP (São Paulo), Chrys Dias (São Paulo) e Raphael Sousa Oliveira, dono da Choquei (Goiás).
  • O grupo é investigado por suposta lavagem de dinheiro para o Primeiro Comando da Capital, estelionato digital, rifas ilegais e movimentação de mais de R$ 1,6 bilhão no Brasil e no exterior.
  • Investigações indicam uso de sistemas de ocultação de valores, incluindo transações com criptoativos e transporte de dinheiro em espécie, para dissimular pagamentos entre empresas e indivíduos envolvidos.

A Operação Narco Fluxo, deflagrada pela Polícia Federal, culminou na prisão de quatro nomes da música e do meio digital na última quarta-feira, 15. MC Poze do Rodo foi detido no Rio de Janeiro, MC Ryan SP em São Paulo, Chrys Dias também em São Paulo, e Raphael Sousa Oliveira, dono da página Choquei, em Goiás.

Ao todo, 33 pessoas foram presas e seis permanecem foragidas. Foram cumpridos 45 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.

A investigação aponta que o grupo integrava um esquema de lavagem de dinheiro para o PCC, além de estelionato digital, rifas ilegais e movimentação de valores de até 1,6 bilhão de reais no Brasil e no exterior. Os investigadores observam uso de sistemas para ocultação de recursos, transporte de dinheiro em espécie e operações com criptoativos.

Os envolvidos podem responder por associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, entre outros crimes. As apurações continuam para identificar eventuais coautores e detalhar o fluxo financeiro do esquema.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais