- A Remuseum, iniciativa do Crystal Bridges Museum of American Art, e a Doris Duke Foundation vão distribuir até 1 milhão de dólares para até dez museus e organizações de artes cênicas, oferecendo um programa de residências do tipo acelerador para líderes.
- O subsídio de 100 mil dólares será usado para apoiar ideias desenvolvidas no acelerador, que começa com uma semana de retiro em Shangri La, em Honolulu (Havaí), seguido de um ano de mentoria mensal, encontros regionais entre pares e oficinas colaborativas.
- O objetivo é ajudar instituições a enfrentar a queda de público e a dificuldade de captar recursos, acelerando a transição de museus centrados em objetos para instituições mais voltadas ao público.
- O programa é financiado por várias doações, incluindo David Booth, Alice L. Walton Foundation, Draper Richards Kaplan Foundation, Arison Arts Foundation, entre outros.
- O processo seletivo começa com uma chamada aberta de cinco semanas em 18 de maio de 2026, com anúncios dos vencedores previstos para o outono de 2026; as instituições elegíveis são organizações sem fins lucrativos de artes visuais e cênicas com orçamento anual superior a 1 milhão de dólares.
A Think Tank Remuseum, iniciativa do Crystal Bridges Museum of American Art, em parceria com a Doris Duke Foundation, anunciou um programa de apoio a museus e organizações de artes cênicas nos Estados Unidos. Serão distribuídos até US$ 1 milhão para até dez instituições, além de um residency de 12 meses para líderes inovadores.
O programa prevê um grant inicial de US$ 100 mil para financiar ideias desenvolvidas durante o acelerador. O formato inclui uma semana de retiro na Shangri La, centro de encontros da Duke Foundation no Havaí, seguido por um ano de mentorias mensais, encontros regionais e workshops colaborativos.
Stephen Reily, que coordena o Remuseum, afirmou que o objetivo é ampliar a relevância cultural e a estabilidade financeira das instituições. Ele ressaltou a necessidade de capital de risco para apoiar ideias novas, mesmo diante de resistência de conselhos e públicos tradicionais.
Como funciona o programa
A seleção é voltada a organizações sem fins lucrativos de artes visuais e performáticas com orçamento anual superior a US$ 1 milhão. O processo começa com uma chamada aberta de cinco semanas, de 18 de maio de 2026, com anúncio dos vencedores no outono de 2026.
Os vencedores participarão de oficinas, encontros regionais e apresentações públicas sobre os resultados. A iniciativa visa ampliar a atuação das instituições além de seus espaços tradicionais.
Parceiros e critérios
Além da Doris Duke Foundation, o prêmio conta com apoio de investidores e filantropos como David Booth, Alice L. Walton Foundation, Draper Richards Kaplan Foundation, Arison Arts Foundation, entre outros. A elegibilidade exige organização com atuação nos EUA e orçamento acima de US$ 1 milhão.
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