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Vigilante haitiano é morto em canteiro de obras no Aeroporto de Congonhas

Vigilante haitiano de 37 anos é morto a tiros em canteiro de obras no Aeroporto de Congonhas; polícia investiga homicídio e ausência de câmeras no local

Aeroporto na zona sul de SP passa por obras de ampliação
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  • O vigilante haitiano Sylvio Volcy, 37 anos, foi morto a tiros enquanto trabalhava em canteiro de obras da ampliação do Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo.
  • O crime ocorreu na madrugada de segunda-feira, no Portão 4, e ele foi levado à UPA Jabaquara, onde a morte foi confirmada por ferimento de arma de fogo.
  • Testemunhas relataram que Sylvio estava nervoso na noite anterior; Edmar Oliveira pediu que ele trancasse o portão com cadeado, e o vigilante ficou sozinho na guarita.
  • Não havia câmeras no ponto exato do crime; há apenas uma câmera da concessionária próxima ao Portão 4, voltada para o lado direito da entrada.
  • A segurança dos canteiros é responsabilidade da construtora contratada; o caso é investigado como homicídio pela 2ª Delegacia de Atendimento ao Turista (Deatur) da Polícia Civil.

O vigilante haitiano Sylvio Volcy, 37, foi morto a tiros enquanto atuava em um canteiro de obras do Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo. O crime ocorreu na madrugada de segunda-feira, em área sem câmeras de monitoramento, durante a ampliação do aeroporto.

A Polícia Militar foi acionada pelo Copom e encontrou a vítima ferida, inconsciente e sem pulso no Portão 4. O óbito foi confirmado na UPA Jabaquara. A causa apontada é ferimento por arma de fogo na região torácica.

Três testemunhas envolvidas no local relataram detalhes do ocorrido, incluindo momentos anteriores ao crime. Não há estojos de munição encontrados, e os pertences da vítima estavam na guarita. A concessionária não tem responsabilidade direta pela segurança dos canteiros.

Investigação em andamento

Segundo a SSP, o caso é investigado como homicídio pela 2ª Deatur. Aena informou que a segurança e a gestão dos funcionários cabem à construtora contratada para as obras. A empresa responsável pela obra não respondeu até o fechamento.

Câmeras e perícia

Não havia câmeras no ponto exato do crime; apenas uma câmera da concessionária olha para o portão, sem cobertura da área da obra. Perícias e depoimentos devem esclarecer motivações, autoria e horário exatos do crime.

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