- Capacho na porta pode obstruir as rotas de fuga em condomínios, especialmente em situações de emergência.
- Bombeiros orientam manter corredores livres; objetos como capachos, vasos ou móveis podem impedir a evacuação.
- O hall é área comum e não pertence exclusivamente ao morador; o espaço em frente à porta deve seguir regras de uso compartilhado.
- A permissão para uso de capachos varia conforme o regimento interno, mas manter a passagem desobstruída é essencial para a obtenção do AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros).
- Em caso de acidente, o morador que colocou o objeto pode ser responsabilizado, e o condomínio pode responder em caso de omissão na fiscalização.
Ter capacho na porta pode colocar a segurança em risco. Em maranhão, bombeiros alertam que itens como capachos não devem permanecer nas rotas de fuga. O acessos devem ficar livres para facilitar evacuação em emergências.
O item, comum na entrada de apartamentos, pode se transformar em obstáculo nos corredores e halls. Em caso de incêndio, cada segundo é crucial, e objetos aparentemente inofensivos podem atrapalhar a evacuação e aumentar o risco de tropeços.
Segundo o coronel Wellington Soares Araújo, diretor de atividades técnicas do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão, a orientação é manter as passagens desobstruídas, conforme a Norma Técnica nº 11. A recomendação vale para capachos, vasos e outros itens nos trajetos de fuga.
A advogada Vanessa Gantmanis Munis Paione explica que o hall da porta não é espaço exclusivo do morador. Trata-se de área comum, prevista no Código Civil, que deve permanecer acessível a todos e seguir regras de uso compartilhado.
Não há proibição legal específica para capachos, mas o uso indevido das áreas comuns pode gerar advertências ou multas conforme o regimento interno. O espaço em frente à porta integra a área coletiva e precisa cumprir normas de convivência.
Para evitar problemas legais, o condomínio pode exigir a desobstrução de corredores para obtenção do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). A lei 13.425/2017 reforça a necessidade de segurança em edificações.
Na prática, a permissão para capachos varia conforme as regras internas de cada condomínio. O presidente da ABADI, Marcelo Borges, ressalta que não há veto legal específico, mas reforça a importância de manter as rotas de fuga livres.
Especialistas costumam concordar: priorizar a prevenção reduz o risco de acidentes. Em caso de queda, o morador que colocou o objeto pode ser responsabilizado, bem como o condomínio, dependendo das circunstâncias.
O que evitar na porta do apartamento envolve capachos, sapatos, vasos, bancos e lixeiras. Manter esses itens longe das rotas de passagem ajuda a garantir evacuação segura e conforme as normas.
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