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Justiça volta a decretar prisão de MC Ryan e MC Poze após soltura

Justiça mantém prisão preventiva de MC Ryan e MC Poze após PF apontar risco de continuidade do esquema de lavagem de dinheiro e interferência nas investigações

Os alvos já tinham sido presos temporariamente no último dia 15 de abril em operação da PF - (crédito: Reprodução / Instagram)
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  • A Justiça decretou a prisão preventiva de MC Ryan SP, MC Poze do Rodo, Raphael Sousa Oliveira (fundador da página Choquei) e mais 30 suspeitos, a pedido da Polícia Federal, por risco de continuidade das atividades e interferência nas investigações.
  • A medida ocorreu após o STF ter concedido habeas corpus a MC Ryan, entendendo que a prisão temporária havia excedido o prazo legal.
  • Os investigadores apontam movimentação de cerca de 1,6 bilhão de reais por meio de apostas irregulares, rifas clandestinas, empresas de fachada, criptomoedas e envio de recursos para fora do país, com suspeita de ligação ao tráfico internacional de drogas.
  • Os alvos já tinham sido presos temporariamente em 15 de abril, durante operação da Polícia Federal, e agora tiveram mantida a prisão para continuidade do caso.
  • A defesa de MC Ryan SP afirmou surpresa com o pedido e questionou o momento da solicitação, enquanto as investigações seguem com análise de celulares, documentos e movimentações financeiras.

O juiz decretou nesta quinta-feira 23/4 a prisão preventiva de MC Ryan SP, MC Poze do Rodo, Raphael Sousa Oliveira, fundador da página Choquei, e mais 30 investigados. A decisão atende a pedido da Polícia Federal, que aponta risco de continuidade das atividades criminosas e possibilidade de interferência nas investigações. A medida ocorreu após decisão do STF que concedeu habeas corpus a MC Ryan, derrubando a prisão temporária por suposto excesso no prazo.

Segundo a PF, os suspeitos integrariam um esquema de lavagem de dinheiro avaliado em bilhões de reais. A força-tarefa aponta movimentações envolvendo apostas irregulares, rifas clandestinas, empresas de fachada, operações com criptomoedas e remessa de recursos ao exterior. Há ainda suspeitas de ligação com tráfico internacional de drogas.

Os alvos já tinham sido presos temporariamente no dia 15 de abril, durante operação da PF. Com o novo pedido, a Justiça entendeu haver motivos suficientes para manter os investigados detidos por mais tempo enquanto as apurações seguem. A defesa de MC Ryan SP afirmou que houve surpresa e questionou o momento do pedido.

As investigações seguem, com análise de celulares, documentos e registros financeiros. A PF trabalha para confirmar vínculos entre os investigados e as atividades ilícitas, bem como possíveis desdobramentos relevantes para o caso. Estão sob escrutínio também fluxos de recursos entre empresas e contas offshore.

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