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Médica explica como combinar proteção e prazer no sexo seguro

Especialista afirma que preservativos não reduzem o prazer; uso correto aumenta proteção contra HIV e infecções sexualmente transmissíveis e reduz ansiedade

Mão segurando camisinha/sexo- Metrópoles
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  • O Ministério da Saúde aponta que a camisinha é o método mais eficaz contra HIV e outras ISTs, mas cerca de 59% dos brasileiros admitem não usá-la em suas relações.
  • O mito de que a camisinha atrapalha a sensibilidade é vinculada a escolhas de produto ou uso inadequado; hoje há opções ultrafinas, texturizadas e com estímulos para aumentar o prazer.
  • A segurança psicológica, ao saber que está protegido, reduz ansiedade e facilita o relaxamento, ajudando a melhorar o foco no momento e a conexão entre os parceiros.
  • Quando usada corretamente do começo ao fim, a camisinha pode ter eficácia de até 98%.
  • A médica reforça que o preservativo deve ser visto como aliado do cuidado e da liberdade sexual, com a importância de escolher o produto certo e manter o uso simples e natural; a parceria com a DKT South America é citada.

Em meio ao debate sobre sexo seguro, especialistas destacam que o preservativo pode unir proteção e satisfação. A ideia de que o uso reduz sensibilidade persiste por mitos e escolhas inadequadas, segundo profissionais da saúde íntima.

Dados do Ministério da Saúde apontam a eficácia do preservativo contra HIV e ISTs, mas a adesão ainda é baixa: cerca de 59% dos brasileiros admite não utilizar o item nas relações.

A partir dessa percepção, a reportagem traz o que há de mais relevante sobre escolhas de produto, relaxamento psicológico e impactos na experiência sexual, com base em especialistas.

Mito da sensibilidade

A noção de que a camisinha atrapalha a sensação costuma depender da escolha do produto e do uso correto, e não do método em si. A diversificação ajuda a adaptar ao casal.

Tecnologia e variedade

Preservativos ultrafinos, com texturas e estímulos sensoriais existem para ampliar o prazer. A disponibilidade de opções busca tornar o uso mais atrativo e natural.

Segurança psicológica e bem-estar

Sentir-se protegido reduz ansiedade e medo de gravidez ou ISTs, favorecendo o relaxamento durante o ato. O foco passa a ser a conexão entre parceiros.

Eficácia real

Quando utilizado desde o começo até o fim, o preservativo pode alcançar alta eficácia na prevenção de gravidez e ISTs, desde que aplicado corretamente.

De acordo com a ginecologista e obstetra Larissa Cassiano, a resistência ao uso aparece quando o produto não atende às necessidades do casal. A recomendação é escolher entre as diversas opções disponíveis para melhorar a experiência.

> Hoje existem preservativos com diferentes texturas, espessuras e estímulos que podem contribuir para o prazer. A ideia de que o uso reduz a sensibilidade não é regra e depende da escolha certa.

Bem-estar mental na prática

A avaliação médica aponta que a tranquilidade em relação à proteção é um forte aliado da libido. A sensação de segurança pode reduzir a ansiedade e aumentar o relaxamento.

> O cuidado com a saúde sexual deve ser encarado como parte do rito de cuidado e afeto, ajudando a manter a qualidade do momento e a conexão entre os parceiros.

Prevenção e responsabilidade no sexo

A médica alerta que falhas como atraso na colocação do preservativo alimentam a percepção de baixa eficácia. O acessório deve ser inserido de forma natural, como parte do cuidado.

> O preservativo é um aliado para viver a sexualidade com mais liberdade, responsabilidade e tranquilidade, assegurando proteção sem abrir mão do prazer.

A reportagem reúne ainda a atuação da Dra. Cassiano em parceria com organizações de saúde, destacando a importância de informações confiáveis para escolhas seguras e satisfatórias.

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