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Pai acusado de matar o filho em São Gabriel vai a júri popular

Caso Théo: pai acusado de matar o filho em São Gabriel será julgado por júri popular; crime teria motivação de vingança contra a ex-companheira

Foto: Reprodução / Porto Alegre 24 horas
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  • A juiz da Vara Criminal de São Gabriel determinou que Tiago Ricardo Felber, 40 anos, vá a júri popular por homicídio qualificado do filho, Théo Ricardo Ferreira Felber, de 5 anos, arremessado de uma ponte no Rio Vacacaí em março de 2025.
  • Felber confessou o ato à Polícia Civil e enviou áudios dizendo ter feito “uma loucurinha”; no processo, porém, ficou em silêncio.
  • A pronúncia o enquadra em homicídio qualificado consumado e tentativa de homicídio qualificado, com os motivos descritos como torpe, meio cruel, traição e uso de recurso que dificultou a defesa.
  • O Ministério Público aponta que a motivação central foi vingança contra a ex-companheira, que teria começado um novo relacionamento, caracterizando feminicídio indireto.
  • O réu permanece detido, aguardando a data do julgamento; há possibilidade de recurso, mas a decisão de ir a júri popular permanece.

A juíza Liz Grachten, da Vara Criminal de São Gabriel, determinou que Tiago Ricardo Felber, 40 anos, vá a júri popular pelo caso que chocou o país. Ele é acusado de assassinar o filho, Théo Ricardo Ferreira Felber, 5 anos.

A pronúncia aponta homicídio qualificado consumado e tentativa de homicídio qualificado. A investigação sustenta que Felber tentou esganar a criança no dia anterior ao crime, em março de 2025.

O crime ocorreu quando Théo foi arremessado de uma ponte sobre o Rio Vacacaí, em São Gabriel, causando traumatismo cranioencefalico fatal. A decisão considera uso de meio cruel, traição e dificuldade de defesa.

Segundo a acusação, o motivo principal seria vingança contra a ex-companheira do réu, que teria iniciado novo relacionamento, caracterizando feminicídio indireto, segundo a polícia.

Felber está preso desde o dia seguinte ao crime. Ele confessou o ato à Polícia Civil, mas, durante o processo, optou pelo silêncio. A defesa ainda pode recorrer da decisão de júri, que aguarda data a ser definida.

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