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Promotores de LA dizem que D4VD possuía imagens de abuso infantil

Procuradores dizem que D4vd possuía grande volume de pornografia infantil encontrada no iCloud durante a investigação do assassinato de Celeste Rivas Hernandez

D4vd looks on during his arraignment for the murder of Celeste Rivas Hernandez in Los Angeles this week.
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  • O cantor D4vd, cujo nome legal é David Anthony Burke, foi indiciado por homicídio qualificado, abuso sexual de menor e mutilação de restos, em relação ao desaparecimento de uma adolescente.
  • A polícia afirmou ter encontrado imagens de pornografia infantil na conta de iCloud dele durante a investigação do caso.
  • Os restos da vítima foram encontrados em setembro no porta-malas de um Tesla registrado ao músico, abandonado na região de Hollywood Hills.
  • Burke se declarou não culpado; a defesa afirma que as evidências indicarão que ele não foi responsável pela morte.
  • A promotoria informou que foram reunidos cerca de quarenta terabytes de material, incluindo conteúdos do celular e de contas digitais, e uma audiência para apresentar as provas deve ocorrer na próxima semana.

D4vd, nome artístico de David Anthony Burke, é acusado de matar Celeste Rivas Hernandez, de 14 anos. A polícia encontrou grande quantidade de material envolvendo abuso infantil no iCloud do cantor, conforme alegou a promotoria de Los Angeles. As imagens foram encontradas durante investigação do assassinato da adolescente, cuja ossada foi localizada em setembro dentro do porta-malas de um Tesla registrado em nome do músico e abandonado nas colinas de Hollywood.

Burke está sob acusação de homicídio de primeiro grau, abuso sexual contínuo de menor de 14 anos e mutilação de restos humanos. O caso ganhou notoriedade após a prisão do artista na semana anterior e a divulgação de que Celeste havia mantido relação com o acusado, iniciada quando tinha 13 anos. A promotoria afirma que o homicídio teve motivação financeira e para preservar a carreira do réu.

A audiência de hoje ocorreu durante nova apresentação de provas. O juiz agendou uma sessão para a próxima semana, quando o Ministério Público deve expor detalhadamente as evidências. A promotora Beth Silverman informou que há cerca de 40 terabytes de material a ser analisado, o que demanda cautela na divulgação.

Provas e desdobramentos

O material apreendido inclui conteúdos do telefone e das contas de iCloud de Burke, guias de busca autorizadas e grande volume de material forense, além de depoimentos de testemunhas com parecer de grand jury. O laudo da necropsia indica que Celeste morreu por ferimentos penetrantes, com ferimentos graves no torso. As circunstâncias atrasaram a definição da causa da morte.

Celeste morava em Lake Elsinore e foi dada como desaparecida em 2024; a família relatou o sumiço e pediu justiça. Os pais, Jesus Rivas e Mercedes Martinez, divulgaram pela primeira vez uma declaração pública, ressaltando a beleza e a força da filha, além de manifestarem o anseio por justiça.

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