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Grandes jogos já usam IA, mas estúdios têm medo de admitir, diz Google

Google aponta que nove em cada dez estúdios usam IA no desenvolvimento de jogos, porém muitos evitam confirmar publicamente por receio de repercussões

Grandes jogos já usam IA, mas estúdios têm medo de admitir, diz Google
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  • Jack Buser, diretor global de jogos do Google Cloud, afirma que quase todos os grandes estúdios usam IA no desenvolvimento, mas nem todos admitem publicamente; a Capcom é citada como exemplo.
  • Em Gamescom, a pesquisa do Google aponta que cerca de nove em cada dez estúdios confirmaram uso de IA, enquanto outras pesquisas dão índices próximos de quarenta a cinquenta por cento.
  • A Capcom disse que não implementará recursos criados com IA generativa diretamente em seus jogos, mas pretende usar IA para melhorar eficiência e produtividade no desenvolvimento.
  • As ferramentas mais usadas pelos parceiros do Google são Nano Banana Pro e Gemini, usadas em conjunto para gerar ideias rapidamente e filtrá-las, liberando a equipe criativa para decisões de alto valor.
  • Um levantamento da Keywords Studios indica que, entre mais de quinhentas ferramentas de IA testadas, apenas cerca de meia dúzia funcionam de forma útil no contexto da produção de jogos.

Dois a três parágrafos de texto antes de qualquer subtítulo.

Grandes estúdios de jogos já utilizam IA no desenvolvimento, segundo Jack Buser, diretor global de jogos do Google Cloud. Dados apontam que nove em cada dez estúdios adotam IA, embora nem todos admitam publicamente. A afirmação foi feita em entrevista ao Mobilegamer.biz.

Buser afirma que a prática é comum entre equipes globais, citando a Capcom como exemplo. A empresa usa IA para otimizar etapas de produção, liberando criativos para tarefas de maior valor agregado, sem detalhar projetos específicos.

Em Gamescom, a pesquisa do Google indicou que aproximadamente 90% dos estúdios confirmaram uso de IA no desenvolvimento. Buser contrapõe com números de outras pesquisas, que chegam a 40% ou 50%, atribuindo a diferença à relutância pública.

Como funciona na prática

As ferramentas do Google, como Gemini e Nano Banana Pro, são apontadas como as mais utilizadas entre parceiros, incluindo a Capcom. A ideia é reduzir trabalhos repetitivos de baixo valor, acelerando etapas de pré-produção.

Segundo a empresa, o processo envolve gerar várias ideias rapidamente e, em seguida, filtrar com IA para orientar decisões criativas. Assim, equipes de arte concentram esforços em elementos-chave, como protagonistas e inimigos.

Dimensão da discussão e limitações

Uma análise de mercado, realizada pela Keywords Studios, aponta que mesmo com amplo interesse, poucas ferramentas se mostram realmente úteis na produção de jogos. Ofertas testadas passam por uma lacuna entre demonstração e uso cotidiano.

A consultoria aponta que muitas soluções não resolvem problemas práticos do dia a dia das equipes. A transição para a prática demanda direção estratégica para definir quais objetivos a IA deve perseguir.

Capcom e uso responsável

A Capcom não negou o uso de IA, mas informou que não integrará recursos criados com IA generativa diretamente em seus jogos. Em comunicado aos acionistas, a empresa disse buscar eficiência e produtividade no desenvolvimento, com testes em gráficos, som e programação.

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