- Samuel, 6 anos, foi diagnosticado com cordoma de clivus, tumor na base do crânio que pressiona o cérebro.
- O câncer causa convulsões, dor e risco constante para a criança.
- Os pais saíram do Piauí e se mudaram para São Paulo para manter o tratamento.
- Sem renda fixa, a família enfrenta custos de hospedagem, alimentação e deslocamento, com risco de retornar ao Piauí sem continuidade do tratamento.
- Uma Vakinha foi criada para arrecadar até R$ 100 mil; até agora foram coletados R$ 1.638,79.
Samuel, de 6 anos, enfrenta um câncer raro na base do crânio e precisa manter tratamento em São Paulo. O diagnóstico é cordoma de clivus, que pressiona o cérebro e provoca convulsões, dor e risco constante.
A família saiu do Piauí para buscar cuidado especializado. Maria e o marido deixaram tudo para trás na esperança de oferecer uma chance ao filho. Cada dia envolve consultas, exames e deslocamentos.
Sem renda fixa, os custos com hospedagem, alimentação e transporte aumentam a cada semana. O risco de retornar ao estado de origem é real se o tratamento não puder continuar.
A luta pela continuidade do tratamento
Para manter o tratamento, uma Vakinha foi criada por Dinosonso. A meta é arrecadar R$ 100.000 para sustentar meses adicionais de atendimento médico em São Paulo. Até agora, o montante arrecadado fica em volta de R$ 1.6 mil.
Como contribuir
A campanha aceita doações a partir de R$ 25, com diferentes formas de pagamento. Cada contribuição ajuda a manter consultas, exames e a permanência da família na cidade.
Importância da mobilização
Além de arrecadar recursos, ampliar o alcance da Vakinha aumenta as chances de manter o tratamento de Samuel. O objetivo é evitar interrupções que comprometam a saúde do garoto e favorecer a continuidade do cuidado.
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