- A policial militar Yasmin Cursino Ferreira foi suspensa da função após a morte de Thawanna da Silva Salmázio durante uma abordagem na Cidade Tiradentes, zona leste de São Paulo.
- A decisão judicial impõe restrições, como proibição de portar arma, manter contato com testemunhas e familiares da vítima e não deixar a comarca sem autorização.
- A agente também ficará em recolhimento domiciliar das 22h às 5h.
- A medida ocorreu na quarta-feira, 22, a pedido da Polícia Civil com concordância do Ministério Público; o juiz citou indícios de que a conduta extrapolou o uso legítimo da força.
- Thawanna, de 31 anos, foi baleada no tórax durante a abordagem no início de abril; morreu no Hospital Santa Marcelina; imagens de câmeras de segurança integram a investigação.
A policial militar Yasmin Cursino Ferreira foi suspensa da função após a morte de Thawanna da Silva Salmázio, de 31 anos, em uma abordagem na zona leste de São Paulo, na manhã de abril. A Justiça determinou medidas restritivas enquanto o caso é apurado.
A decisão, proferida na última quarta-feira (22), atende a pedido da Polícia Civil com a concordância do Ministério Público. A magistrada considerou indícios de que a conduta extrapolou o uso legítimo da força.
Thawanna foi baleada no tórax durante a abordagem na Rua Edimundo Audran, em Cidade Tiradentes. Ela foi socorrida ao Hospital Santa Marcelina, mas não resistiu, segundo o laudo do IML.
Medidas restritivas à policial
Além da suspensão, Yasmin Ferreira não pode portar arma de fogo, nem manter contato com testemunhas ou familiares da vítima. Também fica proibida de deixar a comarca sem autorização judicial e deverá cumprir recolhimento domiciliar das 22h às 5h.
O caso envolve também o policial Weden Silva, que aparece em imagens de câmeras corporais. As imagens registram o início da discussão entre a vítima, o marido Luciano Gonçalves dos Santos e os agentes, antes do disparo. A polícia civil segue as investigações.
Entre na conversa da comunidade