- Secretaria de Desenvolvimento Social fecha parceria com a ONU para adotar as melhores práticas do PNUD no programa SuperAção SP.
- Serão investidos R$ 20,1 milhões ao longo de três anos para retirar 105 mil famílias da vulnerabilidade.
- O PNUD atuará em três pilares: uso de metodologias internacionais aliadas a inovações paulistas, acompanhamento individual das famílias e transparência com auditorias independentes e relatórios públicos.
- Além de apoio financeiro, o programa prevê qualificação profissional e inserção no mercado formal ou em atividades de empreendedorismo.
- O objetivo é criar condições para que as famílias gerem sua própria renda, com uso de dados e avaliação contínua para medir resultados.
A Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo firmou parceria com a Organização das Nações Unidas para adotar, na capital e no estado, as melhores práticas do PNUD no enfrentamento da pobreza. O anúncio foi feito com exclusividade pela Coluna e envolve investimento de cerca de R$ 20 milhões.
O programa SuperAção SP, já em funcionamento, receberá R$ 20,1 milhões nos próximos três anos com o objetivo de retirar 105 mil famílias da vulnerabilidade. A cooperação busca integrar metodologias internacionais com inovações tecnológicas presentes em São Paulo.
Ao longo da iniciativa, o PNUD atuará em três pilares: uso de metodologias globais aliadas à tecnologia local, acompanhamento individual das famílias para medir resultados e auditorias externas para assegurar transparência. Estudos sobre pobreza no território paulista também estão previstos.
Além de suporte financeiro, o programa prevê qualificação profissional e apoio à inserção no mercado formal ou por meio do empreendedorismo. A meta é criar condições para que as famílias gerem renda própria com apoio técnico e financeiro.
Parcerias e pilares
O acordo entre a Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado e o PNUD visa ampliar o alcance do SuperAção SP, fortalecendo a avaliação de resultados por meio de dados abertos e avaliações periódicas. O investimento reflecte a prioridade de reduzir a vulnerabilidade econômica no estado.
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