- Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, 20% das crianças brasileiras relataram já ter sofrido abuso sexual com uso de tecnologia.
- A pesquisa, realizada em parceria com o Ministério da Educação, aponta redes sociais e aplicativos de mensagens instantâneas como principal meio de contato.
- A faixa etária mais afetada é entre 10 e 14 anos, e a maioria das vítimas é do sexo feminino.
- A prática ocorre principalmente dentro do ambiente familiar ou próximo à vítima, reforçando a necessidade de diálogo e orientação sobre riscos digitais.
- Autoridades e órgãos públicos destacam a importância de denunciar suspeitas de abuso, com atuação da Polícia Federal, delegacias especializadas e canais oficiais, como o Disque 100.
Segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública, 20% das crianças brasileiras relataram já ter sofrido abuso sexual com uso de tecnologia. A pesquisa, realizada em parceria com o Ministério da Educação, aponta que redes sociais e mensagens instantâneas são os principais instrumentos usados pelos agressores.
A faixa etária mais atingida vai de 10 a 14 anos, e a maioria das vítimas é do sexo feminino. O levantamento indica que os abusos costumam ocorrer dentro do ambiente familiar ou próximo à vítima, reforçando a necessidade de diálogo aberto sobre riscos tecnológicos.
Especialistas alertam que o uso excessivo de dispositivos facilita o acesso a conteúdos inadequados e a contatos com pessoas mal-intencionadas. Pais e responsáveis devem acompanhar o comportamento dos filhos e estabelecer limites no uso de tecnologia.
Campanha e estratégias de prevenção
A campanha Proteja nossas crianças busca alertar a sociedade sobre os riscos do uso da tecnologia e a importância de proteger crianças e adolescentes. Educação digital e fortalecimento de vínculos familiares aparecem como estratégias centrais.
Canais de denúncia e atuação institucional
A Secretaria Nacional de Segurança Pública reforça a importância de denunciar suspeitas de abuso infantil, pelos canais oficiais ou pelo Disque 100, disponível 24 horas. A Polícia Federal realiza operações para identificar e prender criminosos na internet, enquanto delegacias especializadas atendem vítimas em cada estado.
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