- Moradores do Parque Ecológico Roberto Burle Marx, no Barreiro, relatam entrada irregular de pessoas, uso de drogas e crimes, prejudicando a sensação de segurança na região.
- Há um buraco na cerca de uma entrada, o que facilita o acesso de frequentadores não autorizados.
- Também foram citados consumo de drogas, bebidas alcoólicas, vandalismo e depredação do patrimônio público no local.
- A Prefeitura de Belo Horizonte informou monitoramento contínuo por câmeras e uma equipe de vigilância na região, além de providências para reforçar a segurança e consertar o buraco.
- O corpo de um homem foi encontrado pela manhã no parque; a Polícia Civil investiga a identidade da vítima e as circunstâncias da morte.
Moradores do Parque Ecológico Roberto Burle Marx, no Barreiro, Região Oeste de Belo Horizonte, relataram ao Estado de Minas entradas irregulares de pessoas, uso de drogas e outros crimes no local. A situação tem causado insegurança na comunidade.
Segundo relatos, há um buraco na cerca de uma das entradas, facilitando o acesso de frequentadores não autorizados. Também há registros de consumo de drogas, bebidas alcoólicas e atos de vandalismo no espaço público.
A moradora Maria Clara, frequentadora há mais de 10 anos, disse que a situação piorou nos últimos meses. Ela afirma que a segurança não consegue conter as ações e que o ambiente fica inseguro para famílias com crianças.
Monitoramento e atuação da prefeitura
A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) informou que realiza monitoramento contínuo no parque por meio de câmeras de segurança e conta com uma equipe de vigilância na região. A administração afirma que está adotando medidas para reforçar a segurança e consertar o buraco na cerca.
O corpo de um homem foi encontrado pela manhã de domingo na região do parque. A Polícia Civil investiga a identidade da vítima e as circunstâncias da morte, buscando esclarecimentos sobre o caso.
A comunidade do Barreiro cobra providências efetivas para garantir a segurança e a tranquilidade de quem frequenta o parque e vive na região, além de cobrar soluções para impedir novas entradas não autorizadas.
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