Em Alta NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisConflitosPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Homem admite culpa no envolvimento no assassinato de Jam Master Jay (2002)

Bryant admite ter ajudado a armar entrada no estúdio para matar Jam Master Jay; sentença prevista entre quinze e vinte anos, sem indicar cúmplices

Jay Bryant pleaded guilty to a federal murder charge, telling a judge that he helped other people get into a recording studio to ambush the DJ, born Jason Mizell.
0:00
Carregando...
0:00
  • Jay Bryant, de 52 anos, admitiu em tribunal ter participado do homicídio de Jam Master Jay, da Run-DMC, ocorrido em outubro de 2002 em um estúdio de Nova York.
  • Bryant informou que ajudou outras pessoas a entrar no estúdio para emboscar o DJ Jason Mizell, mas não revelou os nomes dos demais envolvidos.
  • A investigação já resultou na condenação de Karl Jordan Jr. e Ronald Washington em 2024; Jordan foi absolvido posteriormente, e Washington recorre da condenação.
  • Bryant já protagonizava outras acusações de drogas e porte de arma; a sentença prevista para o homicídio fica entre quinze e vinte anos, sem data marcada.
  • O caso envolve disputas ligadas a um acordo de drogas com Mizell; Jordan e Washington seriam amigos próximos do DJ, com motivos ligados a uma participação em um negócio que não ocorreu.

Jay Bryant admitiu nesta segunda-feira, em tribunal federal, ter tido participação na morte de Jam Master Jay, DJ do Run-DMC, em 2002. A acusação envolve o assassinato do rapper Jason Mizell, ocorrido em um estúdio de gravadora no Queens, Nova York. A declaração foi feita durante uma audiência de reconhecida culpabilidade, com Bryant reconhecendo que ajudou outras pessoas a entrarem no estúdio para a emboscada. A pena prevista fica entre 15 e 20 anos de prisão, somando também acusações anteriores relacionadas a drogas e armas.

A acusação não revelou os nomes dos outros envolvidos no crime. Em 2024, Karl Jordan Jr. e Ronald Washington tinham sido condenados por mortes, mas o juiz acabou anulando a condenação de Jordan. Washington também recorreu da sua condenação, segundo a defesa, que argumenta inconsistências no caso. Bryant, de 52 anos, aparece como envolvido com pessoas ligadas ao rapper em uma suposta relação com um esquema de drogas na época.

Bryant foi incluído no processo após evidências, entre elas DNA em um boné encontrado no local e relatos de que ele mesmo já havia declarado ter atirado. Contudo, não há confirmação de que Bryant tenha entrado no estúdio. O promotor destacou que Bryant ajudou a abrir uma porta traseira, facilitando a entrada de Washington e Jordan sem serem anunciados. Jordan permanece com a situação legal em aberto para o futuro.

Contexto do caso

Os defensores de Jordan sustentam que ele estava em outro local no momento do crime, enquanto os advogados de Washington afirmam que não havia motivação para que ele tirasse a vida de Mizell. Mizell era responsável pela discotecagem do grupo Run-DMC, que ficou conhecido por hits dos anos 1980. Alineação entre o grupo e a indústria musical ajudou a popularizar o rap, com Run-DMC sendo premiado pela indústria e reconhecido no Rock and Roll Hall of Fame.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais