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Proprietário de açougue é preso por vender carnes vencidas em SP

Proprietário de açougue é preso em São Paulo; investigação aponta venda de carnes vencidas e moída produzida com miúdos vencidos fora do prazo

Segundo a apuração das autoridades, o açougue apresentava diversos indícios de falta de higiene, como presença de moscas, carnes armazenadas sem refrigeração adequada e carne moída produzida a partir de miúdos já vencidos
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  • O dono do açougue Casa de Carnes JL, na Avenida Vila Ema, Zona Leste de São Paulo, foi preso em flagrante pela Polícia Civil na segunda-feira, 27, durante investigação sobre venda de carnes vencidas.
  • O caso envolve o 42º Distrito Policial, com base no artigo 7º da Lei 8.137/1990, que trata de crimes contra as relações de consumo, punindo entre outros a venda de produtos impróprios para consumo.
  • A prisão pode resultar em pena de dois a cinco anos de detenção ou multa.
  • Indícios coletados pela polícia apontam falta de higiene no estabelecimento, incluindo moscas, carnes armazenadas sem refrigeração adequada e uso de carne moída produzida a partir de miúdos vencidos.
  • A CNN Brasil tentou contato com a Secretaria de Segurança Pública; não houve resposta até o momento.

O proprietário de um açougue foi preso pela Polícia Civil nesta segunda-feira (27) após investigações apontarem que o estabelecimento vendia carnes vencidas para a população. O fato ocorreu no açougue Casa de Carnes JL, localizado na Avenida Vila Ema, na Zona Leste de São Paulo.

Fábio Nascimento dos Santos foi conduzido em flagrante pelos agentes do 42º Distrito Policial, no Parque São Lucas. A prisão baseou-se no artigo 7º da Lei 8.137/1990, que trata de crimes contra as relações de consumo.

Segundo apuração, o local apresentava fortes indícios de falta de higiene, com moscas e carnes armazenadas sem refrigeração adequada. A carne moída seria produzida a partir de miúdos vencidos. Também foram encontrados um banheiro e itens de limpeza próximos ao armazenamento.

Investigação e situação atual

A Polícia Civil segue investigando as circunstâncias do comércio e a possibilidade de outras irregularidades. A Secretaria de Segurança Pública não havia fornecido resposta até o fechamento desta edição.

A pena prevista varia de 2 a 5 anos de detenção ou multa, conforme a gravidade das condutas identificadas, incluindo favorecimento ilícito e venda de produtos impróprios para consumo. A apuração continua para confirmar a extensão das irregularidades.

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