- Caminhão que transportava uma família caiu na Represa do Capivari, na Grande Curitiba, na noite de domingo, após sair da BR-116 no km 42, em Campina Grande do Sul; veículo estava carregado com cerca de 5 mil litros de tintas e solventes.
- O Instituto Água e Terra avalia o impacto ambiental do derramamento tóxico.
- Padrasto morreu e enteada, de 4 anos, também, enquanto a mãe ficou ferida e está internada, sem risco de morte.
- O caminhão ficou submerso e foi retirado na tarde desta segunda-feira; o corpo do padrasto foi encontrado por volta das 12h, a cerca de 12 metros do ponto onde o veículo caiu; a criança foi localizada ainda na madrugada, dentro da cabine.
- A represa é usada para geração de energia e não abastece a região com água.
O caminhão que transportava uma família caiu na Represa Capivari, na Grande Curitiba, na noite de domingo (26). O veículo carregava cerca de 5 mil litros de tintas e solventes, segundo o Instituto Água e Terra (IAT). A tragédia deixou duas mortes e uma sobrevivente.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o caminhão saiu da BR-116, no km 42, em direção a São Paulo, e acabou submerso na represa em Campina Grande do Sul. O motorista e a enteada de 4 anos morreram. A esposa da vítima ficou ferida e recebeu atendimento médico.
O padrasto, que conseguiu sair do veículo, retornou para tentar salvar a menina e desapareceu. O Corpo de Bombeiros localizou o corpo dele por volta das 12h desta segunda-feira, a cerca de 12 metros do ponto do acidente. A criança foi encontrada sem vida ainda na madrugada, dentro da cabine.
A mãe foi resgatada com vida e encaminhada ao Hospital Angelina Caron, onde permanece estável. O IAT informou que avalia o impacto ambiental do derramamento de resíduos tóxicos na água e no solo ao redor. A represa é utilizada na produção de energia e não fornece água para a região.
Detalhes do local e consequências ambientais
O capivariano acentuado pela queda expõe riscos à coleta de água de consumo, além de possível contaminação de áreas ribeirinhas. Equipes trabalham para contenção e monitoramento da carga de tintas e solventes derramados. As autoridades mantêm acompanhamento técnico para entender os efeitos no ecossistema.
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