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Jardins charmosos ao redor do mundo viram atrações turísticas

Jardins icônicos ao redor do mundo atraem visitantes por acervos botânicos, paisagismo e patrimônios culturais, de Versalhes a Inhotim

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  • A Huntington Library, em San Marino (perto de Los Angeles), tem doze jardins e plantas de vários continentes; 40 jardineiros e 100 voluntários cuidam do espaço.
  • Na Andaluzia, em Granada, o conjunto Alhambra reúne palácios, incluindo o Generalife, com jardins exuberantes, espelhos d’água e fontes.
  • O palácio de Caserta, perto de Nápoles, na Itália, possui doze milhões de metros quadrados de jardins, idealizados por Luigi Vanvitelli; desde mil novecentos noventa e sete é Patrimônio da Humanidade pela Unesco.
  • O Garden of Cosmic Speculation, em Dumfriesshire, Escócia, é um jardim privado aberto ao público em ocasiões especiais, com esculturas que remetem a ciências e matemática.
  • O Instituto Inhotim, em Brumadinho (Minas Gerais), é o maior centro de arte contemporânea a céu aberto do mundo, com jardim botânico que abriga milhares de espécies e mais de cento e quarenta hectares de área para visitação.

O que houve: jardins icônicos ao redor do mundo foram destacados como atrações turísticas pela seleção do portal Viagem e Turismo. O objetivo é oferecer espaços para descanso, contemplação e bem-estar, aliados a preservação ambiental.

Quem aparece: entre os destaques estão a Huntington Library (EUA), Alhambra (Espanha), Caserta (Itália), Garden of Cosmic Speculation (Reino Unido), Instituto Inhotim (Brasil), Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Château de Villandry (França), Versalhes (França) e outros.

Quando e onde: a relação reúne locais visitáveis em várias regiões, incluindo Estados Unidos, Europa, África e Ásia, com menções a patrimônios da Unesco e jardins históricos em funcionamento hoje.

Por quê: o texto aponta a diversidade de estilos, desde barroco e renascentista até contemporâneo, destacando paisagens, fontes, estufas e biodiversidade que enriquecem o turismo e a cultura locais.

Destaques na América do Norte, Europa e Brasil

A Huntington Library fica em San Marino, a 20 minutos de Los Angeles. Possui 12 jardins, com plantas de Austrália, China e Japão, adaptadas ao clima local. Cerca de 40 jardineiros e 100 voluntários cuidam do espaço.

Granada, na Andaluzia, abriga a Alhambra, conjunto palaciano com jardins exuberantes. O Generalife se destaca pelas espelhos d’água e fontes que compõem a paisagem.

A área de Caserta, perto de Nápoles, Itália, já foi residência real dos Bourbon. Os jardins somam 12 milhões de m², com desenho do arquiteto Luigi Vanvitelli, incluindo um parque italiano e outro com fontes. Em 1997, foi reconhecido pela Unesco.

Países e culturas: jardins de referência

O Garden of Cosmic Speculation, em Dumfriesshire, Escócia, é um jardim privado aberto ao público em ocasiões especiais. Suas esculturas dialogam com ciências e matemática no traçado das curvas e retas.

O Instituto Inhotim, em Brumadinho (MG), é o maior centro de arte contemporânea ao ar livre do mundo. A área combina jardim botânico com biodiversidade de Cerrado e Mata Atlântica, em 140 hectares.

O Jardim Botânico do Rio de Janeiro, um dos principais da cidade, abriga vitórias-régias e bambuzais. Foi criado em 1808 por D. João e oferece estufas de orquídeas, bromélias e plantas insetívoras, além do Jardim Japonês.

França, Inglaterra e Japão

O Château de Villandry, França, possui três jardins com simetria e labirinto, tradição renascentista. O Palácio de Versalhes, também na França, se destaca pela riqueza de cores, espécies e fontes em projeto de André Le Nôtre.

Na Inglaterra, o Chatsworth House é referência em jardins reais. A propriedade preserva itens de seis séculos, com estufa de espécies exóticas e cascata marcante.

O Parque Korakuen, em Okayama, Japão, foi criado no século XVII. Predomina cerejeiras e ameixeiras, que mudam de cor com as estações, oferecendo visual marcante entre março e maio e entre outubro e novembro.

Jardins do Oriente Médio, Áustria e Holanda

O Jardim ornamental do templo Bahai, em Haifa, Israel, apresenta simetrias marcantes com plataformas suspensas e degraus bem definidos. O Palácio Mirabell, em Salzburgo, Áustria, abriga o jardim Schloss Mirabell, conhecido por uso cinematográfico.

O museu Quai Branly, em Paris, destaca artes etnográficas e um jardim vertical de 200 metros, criado por Patrick Blanc, como atrativo complementar.

O Keukenhof, na Holanda, é famoso pelos campos de tulipas. Aberto geralmente de março a maio, o parque reúne estufas e viveiros, a cerca de 30 minutos de Amsterdã.

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