- Sargento do Exército, Guilherme da Silva Oliveira, de 22 anos, foi preso suspeito de atropelar Maria Clara Facundo, de 20, e fugir sem prestar socorro, no Distrito Federal.
- A Polícia Civil informou que o caso é investigado pela 29ª Delegacia do Riacho Fundo; carro do suspeito passará por perícia e três homens e uma mulher que estavam no veículo foram liberados.
- Segundo o delegado, Maria Clara não recebeu convites nem teve desentendimento com o motorista antes do atropelamento, conforme testemunhas.
- Guilherme afirmou em depoimento ter ficado assustado com a possibilidade de linchamento e, por isso, fugiu; foi solicitada avaliação toxicológica para verificar embriaguez ao volante.
- Maria Clara continua internada na UTI do Hospital Santa Lúcia, estável e aguardando cirurgia no rosto; familiares relatam fraturas na bacia e traumatismo craniano.
O sargento Guilherme da Silva Oliveira, de 22 anos, foi preso acusado de atropelar Maria Clara Facundo, de 20, no Distrito Federal e fugir sem prestar socorro. O atropelamento ocorreu na madrugada de sábado, quando a jovem atravessava uma via perto de uma faixa de pedestres. O veículo envolvido foi flagrado em manobra de ré antes de deixar o local.
A polícia informou que o motorista é integrante das Forças Armadas. Oliveira responderá por tentativa de homicídio e o carro dele passou por perícia. Ainda não houve definição sobre a identificação de testemunhas, e a defesa aguarda posicionamento do Exército.
A 29ª Delegacia do Riacho Fundo conduz as investigações, com a oitiva de pessoas que estavam no carro no momento do acidente. A vítima foi encaminhada para atendimento médico; as informações oficiais indicam que Maria Clara não tinha qualquer convite recusado nem desentendimento com o motorista, conforme depoimentos coletados.
Investigação e depoimentos
Segundo a polícia, Maria Clara foi ouvida no hospital e acompanhada por terceiros no local. Relatos apontam que houve fuga após o atropelamento, sem que o motorista parasse para prestar socorro. O depoimento do condutor disse que ficou assustado com a possibilidade de linchamento e que, por isso, fugiu.
O delegado responsável, Johnson Kenedy, confirmou que Oliveira negou ter consumido bebida alcoólica. Um exame toxicológico foi requisitado para verificar a eventual embriaguez ao volante; o resultado deve sair em cerca de 20 dias.
Estado de saúde da vítima
A família informou que Maria Clara fraturou a bacia e o rosto, além de traumatismo craniano. Ela continua internada na UTI do Hospital Santa Lúcia, na Asa Sul, com estado estável e a previsão de cirurgia facial. A avó da jovem descreveu a gravidade das lesões e a dor da filha.
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