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Cuidadora é presa por suspeita de tortura a paciente com paralisia cerebral no RS

Investigações revelam agressões físicas e intimidações a paciente com paralisia cerebral em Rio Grande; cuidadora, com formação na saúde, é presa

Polícia Civil RS/Divulgação / Porto Alegre 24 horas
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  • Uma cuidadora foi presa pela Polícia Civil em Rio Grande, no Rio Grande do Sul, suspeita de tortura e maus-tratos a uma paciente com paralisia cerebral.
  • A vítima não consegue caminhar nem falar; investigações começaram após denúncias de agressões constantes no local de atendimento.
  • Imagens de câmeras de segurança e depoimentos comprovam abusos, incluindo tapas, puxões de cabelo e manuseio brusco, além de intimidações verbais.
  • O delegado destacou a gravidade do caso devido à formação técnica da mulher na área da saúde, o que aponta para uma violação de dever profissional.
  • A identidade da presa e a idade da vítima não foram divulgadas; a investigação também apura se outras pessoas foram vítimas.

A Polícia Civil prendeu nesta quarta-feira (29) uma cuidadora em Rio Grande, suspeita de tortura e maus-tratos contra uma paciente com paralisia cerebral. A prisão ocorreu durante a tarde, na cidade gaúcha, com base em evidências coletadas pela investigação.

A vítima não caminha nem fala, segundo as apurações. A polícia iniciou o caso após denúncias de agressões recorrentes no local onde era atendida pela cuidadora.

Imagens de câmeras de segurança e depoimentos contribuíram para confirmar os abusos, que incluíam tapas, puxões de cabelo, manejo brusco e intimidações verbais.

Detalhes da prisão e andamento das apurações

O delegado responsável destacou que a gravidade aumenta pelo fato de a suspeita possuir formação técnica na área da saúde, o que impõe maior responsabilidade no cuidado à paciente.

A identidade da presa e a idade da vítima não foram divulgadas para preservar as investigações e a segurança dos envolvidos.

A mulher permanece à disposição da Justiça e deve responder pelos crimes de tortura. A polícia segue investigando se houve outras vítimas durante os atendimentos realizados pela cuidadora.

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