- Maurice Shakur, meio-irmão de Tupac Shakur, abriu processo por morte injusta contra Duane “Keffe D” Davis e dezenas de co-conspiradores não identificados, buscando indenização e a identificação de envolvidos adicionais.
- O objetivo é esclarecer a extensão da participação de cada um e revelar novos nomes que teriam participado do assassinato.
- Tupac foi morto em 7 de setembro de 1996, em frente ao Las Vegas Strip, após um combate envolvendo o grupo Death Row Records; o atirador abriu fogo com uma Cadillac branca, deixando o rapper gravemente ferido e morrendo dias depois.
- Davis foi preso em 2023 e indiciado por assassinato, com defesa alegando que ele não cometeu o crime e que houve declarações falsas sobre sua presença no veículo.
- Em 1997, a mãe de Tupac, Afeni Shakur, processou Orlando Anderson (suspeito de longa data) por morte injusta, mas o caso não avançou após Anderson ser morto em 1998; o novo processo cita informações recentes, incluindo depoimentos de grand jury e conteúdo de uma série documental da Netflix.
Maurice Shakur, irmão de Tupac Shakur, abriu uma ação de wrongful death contra Duane “Keffe D” Davis e dezenas de co-conspiradores não identificados. O objetivo é obter indenizações e revelar a natureza de cada envolvimento, além de identificar outras pessoas.
O caso envolve o assassinato de Tupac na região da Las Vegas Strip, em 7 de setembro de 1996, após um combate de boxe no MGM Grand. O rapper estava num veículo de passeio quando ocorreu um drive-by que deixou quatro disparos; ele morreu dias depois.
Davis, que está preso no caso criminal, foi indiciado em 2023 por homicídio e nega participação direta. Ele já descreveu, em livro de 2019, a suposta atuação como comandante do ataque, segundo a acusação.
Estrutura do histórico judicial e desdobramentos
Historicamente, Afeni Shakur moveu ação contra Orlando Anderson em 1997; o processo não avançou após a morte de Anderson em 1998. A nova ação sustenta que depoimentos do grand jury e conteúdos de uma série da Netflix apontam para uma conspiração mais ampla.
A defesa de Davis afirma que ele fez declarações falsas sobre presença no Cadillac ligado ao tiroteio e que poderia ter se beneficiado com essa narrativa. A audiência de acusação está prevista para agosto.
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