- Aproximadamente 500 policiais de várias regiões do noroeste foram mobilizados para cumprir mandados na sede do grupo AROPL, em Crewe, Cheshire, na manhã de quarta-feira.
- A investigação apura acusações de crimes sexuais graves, escravidão moderna e casamento forçado, supostamente ocorridos em 2023 com uma mulher que era membro do grupo.
- Os mandados resultaram em prisões; os suspeitos são homens de nacionalidades americana, mexicana, britânica, alemã e espanhola, e houve buscas nas dependências, incluindo a sede instalada em um antigo orfanato.
- Cerca de 56 crianças estariam morando na sede e estão sob proteção com apoio de parceiros locais.
- AROPL moveu sua sede para o Reino Unido em 2021, vindo da Suécia; investigações anteriores incluíram buscas relacionadas a vistos de trabalhadores qualificados.
Polícia de Cheshire realizou uma operação em Crewe, Inglaterra, para investigar alegações de crimes sexuais graves, escravidão moderna e casamento forçado. Quase 500 agentes foram mobilizados para cumprir mandados na sede da Ahmadi Religion of Peace and Light (AROPL) e em propriedades associadas.
A ação ocorreu na manhã de quarta-feira. As investigações visam indivíduos específicos, não o grupo religioso como um todo, conforme a polícia. As prisões aconteceram durante a operação, que incluiu busca nas instalações.
A sede fica em um antigo orfanato em Crewe, onde cerca de 56 crianças são acolhidas e escolarizadas em casa. A investigação envolve uma mulher, agora residente na Irlanda, que relatou abusos em 2023.
Detalhes sobre AROPL e desdobramentos
Suspeitos, todos homens, são de diversas nacionalidades: americana, mexicana, britânica, alemã e espanhola. Após as detenções, a polícia realizou buscas adicionais nas propriedades do grupo.
AROPL transferiu sua sede para o Reino Unido em 2021, vindo da Suécia, onde houve investigações de autoridades de imigração. O Home Office já apurava o uso de vistos de trabalhadores qualificados.
As autoridades afirmaram que a investigação está centrada em suspeitos específicos, e não no conjunto de fiéis da seita. Advogados da organização comunicaram que não comentariam além de negar qualquer irregularidade.
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