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Após testar notebook Linux, entendo por que MacBooks são considerados superiores

InfinityBook Max 15 mostra boa performance em Linux, mas bateria decepciona sem ajustes; preço inicial de US$ 1.801,07 e RAM/GPU fazem diferença no custo

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  • O InfinityBook Max 15 é um notebook Linux da Tuxedo Computers, com hardware voltado para uso diário e início de venda a $1.801,07.
  • O aparelho apresenta construção sólida, tela com boa qualidade e o símbolo da Tuxedo substituindo o logotipo do Windows no teclado.
  • Desempenho melhora em tarefas de produtividade; o software DaVinci Resolve 20 rodou bem e, em alguns casos, superou o MacBook Pro, mas não acompanha um iMac M3 Ultra com 96 GB de RAM.
  • Principais pendências: autonomia de bateria menor do que o esperado em configuração padrão ( Default ); com perfis de energia Cool and Breezy ou Powersave extreme é possível estender a duração.
  • Outros pontos: o som é fra pouco potente, o trackpad funciona bem com gestos, e o teclado tem layout não-US, o que pode exigir adaptação; para jogos pesados ou IA local, recomenda-se ampliar RAM e GPU, chegando a até $3.605,00.

O InfinityBook Max 15, laptop Linux da Tuxedo Computers, foi colocado em avaliação pelo portal. O equipamento, com preço inicial de 1.800 dólares, chega ao público com foco em usuários de código aberto e oferece hardware compatível com Linux de fábrica. O dispositivo combina corpo de alumínio, tela de alto brilho e integração de personalização de energia.

O processador é um Intel Core Ultra 7 255H, com até 16 núcleos e 22 threads, acompanhado de opções de GPU NVIDIA GeForce RTX 5060 ou 5070. A tela é de 15,3 polegadas, com resolução 2560 x 1600, taxa de 300 Hz e 500 nits, cobrindo 100% do espaço de cor sRGB. A memória pode chegar a 128 GB em duas baterias.

A autonomia é um ponto crítico: nos testes, a duração depende do perfil de energia. No modo Default, a bateria durou cerca de seis horas. No modo Cool and Breezy, a reserva aumentou significativamente, enquanto no modo Powersave extremo houve queda expressiva de consumo. O autor aponta que atingiu quase 12 horas em uso leve.

O som não impressiona pela potência, mas é suficiente para vídeos em ambiente silencioso. O trackpad funciona bem, com gestos configurados pela fabricante. Já o teclado tem ótima sensação, porém costuma vir com layout não-US, exigindo adaptação do usuário.

A expectativa de uso varia conforme o objetivo. Para jogos pesados ou IA local, o texto recomenda ampliar RAM e GPU, sugerindo RTX 5070 como opção. Dados de preço indicam custo total elevado, especialmente ao maximizá-lo com RAM e GPU.

Desempenho e experiência

O InfinityBook Max 15 apresentou bom desempenho em tarefas produtivas, com melhoria perceptível ao usar softwares de edição. Em comparação com outros dispositivos, o desempenho gráfico fica próximo de notebooks de alto desempenho, desde que as configurações sejam ajustadas.

Considerações de hardware

As duas opções de GPU permitem desempenho superior para cargas gráficas, enquanto a bateria oferece maior duração com ajustes de energia. O design é sólido, com boa construção e dissipação de calor adequada para uso diário.

Configurações e custo

A configuração máxima, incluindo RAM e GPU, eleva o investimento a mais de 3 mil dólares. O projeto mantém o foco em usuários de Linux, com compatibilidade destacada para quem busca um ambiente aberto sem abrir mão de desempenho.

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