- Cristiano Miano, CEO da Digi, recebeu o Incentive Industry Influencer Award 2025, entregue pela Incentive Marketing Association (IMA) durante o IMA Summit Awards, em Austin, no Texas, no início de julho.
- O executivo também está concorrendo à edição de 2026 da premiação.
- A Digi é uma holding brasileira de marketing de incentivo e tecnologia B2B, que cria campanhas de recompensas para grandes corporações.
- Miano afirma que o reconhecimento reforça a importância do marketing de incentivo brasileiro no cenário global e destaca a transformação cultural promovida pelo incentivo.
- O líder ressalta que o incentivo, quando bem estruturado, envolve reconhecimento, comportamento, pertencimento e propósito, com expectativa de maior uso de dados, tecnologia, gamificação e IA no futuro.
Cristiano Miano, CEO da Digi, recebeu o Incentive Industry Influencer Award 2025, promovido pela Incentive Marketing Association (IMA). O prêmio, refletindo liderança no setor de incentivos, foi anunciado durante o IMA Summit Awards, realizado no início de julho em Austin, no Texas. A Digi é uma holding brasileira que atua com marketing de incentivo e tecnologia B2B.
A premiação coloca o Brasil no centro de debates sobre inovação, cultura organizacional e programas de recompensa. O reconhecimento envolve a atuação de Miano na Digi, que soma mais de 25 anos de experiência em publicidade, comunicação e tecnologia. A empresa desenvolve campanhas para grandes corporações, buscando unir inovação, criatividade e desempenho.
Para o próprio executivo, o prêmio representa uma validação do trabalho coletivo da equipe. Ele ressalta que o marketing de incentivo brasileiro tem relevância global e demonstração de propósito, estratégia e pessoas alinhadas para inspirar resultados extraordinários.
O empresário também aponta que o Brasil se destaca pela criatividade e resiliência em mercados de incentivo. O prêmio internacional, segundo ele, evidencia contribuições nacionais com novas ideias e modelos para o setor.
Essa conquista ajuda a abrir portas, gerar diálogo e mostrar a profundidade estratégica do marketing de incentivo no país, comenta Miano. O setor, segundo ele, não se resume a prêmios, mas a impactos práticos em gestão de cultura e engajamento.
Ainda conforme o executivo, bem estruturados, os programas de incentivo vão além da recompensa, educando, conectando pessoas em torno de um propósito comum. O foco fica no comportamento, pertencimento e propósito, e não apenas na pontuação.
Desafios atuais incluem a visão de curto prazo por parte de algumas empresas. O líder da Digi alerta para a ideia de que o incentivo precisa ser contínuo, não apenas uma campanha pontual. Ele também cita a necessidade de indicadores que conectem engajamento a resultados de negócio.
Segundo ele, a transformação passa por dados, tecnologia e storytelling estratégico. Incentivar é mover pessoas, mantendo consistência e alinhamento com objetivos organizacionais.
Transformação cultural e visão de futuro
O setor passa a integrar-se mais a temas como diversidade, bem-estar e sustentabilidade. Programas de incentivo devem ficar centrais nas estratégias corporativas, com foco em reconhecimento que respeita diferenças e gera impacto humano.
Miano defende que exemplos de diversidade e bem-estar fortalecem resultados e tornam o marketing de incentivo parte essencial da cultura empresarial, não apenas de ações comerciais.
Para os próximos anos, o caminho aponta para programas mais inteligentes, integrados e com propósito. A expectativa é de maior sinergia entre tecnologia e emoção, com gamificação, IA e reconhecimento em tempo real.
O futuro do incentivo, segundo o executivo, é humano e ampliado pela tecnologia. A Digi segue investindo em soluções que conectem propósito a desempenho, buscando inspirar engajamento genuíno nas organizações.
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