- O Dia Internacional do Jazz é celebrado em 30 de abril, destacando o jazz como linguagem global que conecta culturas e identidades.
- No Brasil, o jazz dialoga com bossa nova, samba, R&B e hip‑hop, reforçando raízes afro‑brasileiras e inovação musical.
- O Festival Salvador Jazz chega à sétima edição em 2026, valorizando a cena instrumental e a identidade musical da Bahia.
- A curadoria é de Fernanda Bezerra e Fabrício Mota, buscando ampliar o conceito de jazz com diálogos com outros gêneros.
- Nos dias 30 e 31 de maio, no Rio Vermelho, Salvador, artistas confirmados incluem Sandra Sá, A Cor do Som, Amaro Freitas e Aguidavi do Jêje; entrada gratuita e classificação livre.
O Dia Internacional do Jazz, celebrado em 30 de abril, ganha destaque no Brasil com a sétima edição do Festival Salvador Jazz. O evento ocorre de 27 a 31 de maio, no bairro Rio Vermelho, em Salvador, reunindo jazz instrumental e sonoridades afro-brasileiras.
Os organizadores destacam a ideia de expandir o conceito de jazz, dialogando com ritmos como bossa, samba, afrobeat e hip hop. A curadoria é assinada pela produtora Fernanda Bezerra e pelo pesquisador Fabrício Mota.
A proposta do festival é reforçar identidade, ancestralidade e inovação, mantendo o jazz como espaço de autenticidade artística. A programação valoriza a pluralidade do gênero e as trocas com outras sonoridades.
Line-up e curadoria
Sandra Sá, A Cor do Som, Amaro Freitas e Aguidavi do Jêje estão entre os artistas confirmados. Os shows ocorrem nos dias 30 e 31 de maio, com entradas gratuitas e classificação livre.
Nos desmontes do lineup, destacam-se apresentações que promovem a participação de artistas afro-brasileiros e bandas locais. A realização busca ampliar o alcance do jazz na Bahia e no Brasil.
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